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Tarde de sexta-feira em São Paulo. Em grupos de 15 pessoas, convidados vão chegando a uma sala de um shopping da zona norte da cidade. Enquanto quatro orientais falam inglês num canto, os presentes assistem a imagens em 3D de um futuro “utilitário esportivo compacto”, nas palavras da empresa que organizava o evento – sem identificar de qual marca. Mas nossa fonte infiltrada sabia do que se tratava: “Era um Hyundai, o futuro jipinho derivado do projeto HB”.
A própria Hyundai já havia antecipado que a família HB seria composta de três modelos: um hatch, um sedã e um aventureiro. Só que até então os coreanos falavam em algo como o VW CrossFox, ou seja, um hatch maquiado de off-road. Mas a real é que a marca está desenvolvendo um modelo com vida própria, como o EcoSport está para o Fiesta. Não à toa, foram mostrados na clínica o próprio EcoSport e um CrossFox, além de um Mitsubishi ASX, modelo mais sofisticado.
Nesse tipo de pesquisa com consumidores, a marca pergunta mais do que fala. Por isso, os participantes foram questionados quanto ao preço que pagariam no modelo, com uma faixa de valores que começava em R$ 48 mil. Espere, porém, um preço superior: assim como a concorrência renovada que ele vai enfrentar na época do lançamento (novo EcoSport, Renault Duster e o Mini-Captiva da GM), o utilitário da Hyundai deverá custar em torno de R$ 55 mil. Será feito na fábrica que está sendo erguida em Piracicaba (SP), com chegada às lojas no final de 2013.
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O Peugeot 208, sucessor global do 207, vai inaugurar uma nova linguagem visual da marca francesa, como declarou o diretor de design da PSA, Jean-Pierre Ploue, ao site Automotive News Europe. Sua apresentação está prevista para março do ano que vem no Salão de Genebra (Suíça). Em 2013 ele será produzido em Porto Real (RJ), conforme antecipado por Autoesporte no começo do ano passado - é bem provável sua apresentação no Salão do Automóvel do ano que vem. Fotos secretas publicadas pela revista francesa Auto Plus mostram que a inspiração para o estilo do futuro hatch compacto é o conceito SR1. Com essas imagens, ajustamos nossa projeção dianteira do modelo. A grade bocuda e os faróis longos, com filetes de leds como sobrancelhas, deixam o visual do 208 bem arrojado. O emblema do leão passa a ser aplicado diretamente sobre o capô, sem a tradicional moldura, o que deixa o visual mais limpo. Segundo Ploue, o objetivo é combinar linhas elegantes e atléticas, iniciando uma fase de maior personalidade na identidade visual da Peugeot.
Já a projeção de traseira (mostrada na edição Autoesporte iPad de agosto, com exclusividade) foi feita graças a imagens de peças que obtivemos em primeira mão junto a fontes na França. As lanternas chamam a atenção por invadir as laterais em formato de bumerangue. A placa fica na tampa, enquanto o amplo para-choque recebe uma luz de neblina central. Arrojado? Com certeza, a marca do leão não quer saber de timidez no segmento que considera mais importante para suas pretensões globais.

A plataforma do 208 é a mesma do novo Citroën C3 (que começa a ser feito aqui no ano que vem), e por tabela, a mesma da dupla Aircross/C3 Picasso. No Brasil, a marca espera reverter uma tendência de queda de participação que já dura alguns anos (foi passada até pela co-irmã Citroën, que tem carros mais caros).
Antes do 208, a Peugeot vai lançar, na metade de 2012, o 308, sucessor do 307 (uma espécie de 408 hatch). A exemplo do modelo autal, ele será produzido na Argentina. A marca francesa também testa no Brasil o subcompacto 107, mula de desenvolvimento para um novo carro global de entrada, conhecido como Projeto M3.
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A Toyota mostra a primeira umagem oficial da nova geração do utilitário esportivo RAV4, que será lançado oficialmente no próximo Salão de Genebra (Suíça), entre os dias 4 e 14 de março. O que se sabe sobre o carro até agora é que terá novo motor Optimal Drive, mais econômico e eficiente que o atual e que conta com design mais refinado.
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A Toyota surpreendeu na última sexta-feira (26) ao revelar, na Ucrânia, um novo Camry, intitulado de global. Com a versão, o sedã top de linha da marca japonesa terá duas variantes, uma específica para o mercado norte-americano (leia aqui) e outra para o resto do mundo – incluindo provavelmente o Brasil. A filial brasileira da Toyota ainda não se pronunciou, mas o Camry atual vem do Japão.
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O mais novo modelo da Chevrolet já está à venda em território nacional. Com motor 1.8 16 V de 144 cv de potência e torque de 18,9 kgfm, o Cruze desembarca nas concessionárias com preços que variam entre R$ 65.000 e R$ 83.700. O sedã, que será apresentado oficialmente à imprensa brasileira na próxima semana, na Alemanha, é a aposta da montadora americana para substituir o Vectra em seu portfólio.
É bom também fazer uma pesquisa de preços prévia. De acordo com apuração de Autoesporte, os valores da versão top de linha LTZ, com câmbio automático de 6 velocidades, variam entre R$ 76.900 e R$ 83.700. O preço inclui rodas aro 17 polegadas com design diferenciado, direção assistida, central multimídia com tela de 7" e seis airbags, além, é claro, dos itens disponíveis na versão LT.
Mas quem deseja levar o carro para garagem ainda deverá contar com uma pequena dose de paciência. Segundo funcionários de concessionárias ouvidas por Autoesporte, as compras com pronta entrega só começarão na segunda-feira (9). A maioria das lojas trabalham com pré-venda. O preço do sinal para a reserva é variável, mas pode chegar a 10% do valor total do veículo com entrega prevista para as próximas semanas.
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O surgimento de carros inteligentes - repletos de sensores e com funções comandadas por computadores de bordo mais potentes - faz dos veículos o próximo alvo dos hackers. A afirmação é da desenvolvedora de antivírus McAfee, que divulgou estudo feito em parceria com a criadora de programas móveis Wind River e a Escrypt, que fabrica sistemas de segurança para microcontroladores.
De acordo com o estudo, hackers poderão atacar os sistemas de tecnologia dos carros até para tomar o controle dos veículos, além de rastrear sua localização ou roubar dados de aparelhos que possam se conectar a ele, como smartphones e tablets.
Preocupações de segurança em carros aumentam com a modernização dos veículos, que, em alguns países, possuem sofisticados computadores de bordo. Esta tecnologia permite, por exemplo, que o carro seja capaz de monitorar funções como a pressão dos pneus, a condição de freios e do motor. Há ainda sistemas para distribuição de entretenimento digital para os passageiros e de comunicação entre o telefone celular e o aparelho de som, principalmente para chamadas em viva-voz ou para navegação com auxílio de GPS.
Vírus por música
Em março, um grupo de pesquisadores liderados por Stefan Savage e Tadayoshi Kohno anunciou a publicação de uma pesquisa que mostra maneiras de comprometer a segurança de um automóvel. O meio mais interessante desenvolvido pelos pesquisadores envolve a utilização de um arquivo digital de música que, quando reproduzido no sistema de som do carro, permite a eles executar códigos maliciosos no veículo.
Outros métodos desenvolvidos pelo grupo envolvem a rede Bluetooth, a rede celular e códigos maliciosos em ferramentas de diagnóstico usadas em centros de reparo – um cenário previsto pelo especialista da fabricante antivírus F-Secure Sean Sullivan em entrevista ao G1.
Os especialistas das universidades de Washington e San Diego estão envolvidos com o assunto há pelo menos dois anos. Em 2010, publicaram um artigo mostrando o que era possível fazer tendo um notebook conectado a um computador de bordo de um sistema de carro. No artigo, eles mostraram que era possível controlar o sistema do carro para “desativar os freios, brecar uma roda específica, parar o motor, entre outros”. Nesse primeiro artigo, os pesquisadores já mostraram como seria possível instalar um vírus no carro.
Na pesquisa que está sendo publicada agora, intitulada (em tradução livre) “Análise abrangente e experimental de superfícies de ataque automotivas”, os especialistas mostram como invasores poderiam usar diversas técnicas para realizar o ataque, sem depender de uma conexão direta de um notebook com o carro.
Uma vez infectado, um veículo poderia ser remotamente destravado para facilitar roubos, segundo os pesquisadores. O carro analisado é de 2009, mas nem o fabricante nem o modelo foram informados.
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Vencimento Carteira Nacional de Habilitação
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| O motor 1.6 da Saveiro não fica muito para trás do 1.8 GM da Strada Adventure |
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| Banco traseiro tem três apoios de cabeça, mas cinto central é abdominal |
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Sistema que substitui chave terá que seguir alguns padrões de funcionamento
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O Mitsubishi Pajero Dakar 2012, agora produzido na fábrica de Catalão (GO), chega às concessionárias a partir deste mês por preços a partir de R$ 147.990. O modelo ganha novos itens de série, como rodas de liga leve, bancos revestidos com combinação de couro e tecido na cor preta. O modelo ganha ainda sete novas cores nos tons vermelho, verde, branco, cinza Londrino, prata (dois tipos) e preto.
Entre os itens de conforto e segurança estão sistema multimídia com GPS com mais de 1.250 cidades mapeadas, CD, DVD e MP3 Player e Bluetooth com viva-voz, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, volante com controle de áudio e piloto automático, sistema de tração Super Select 4WD, transmissão INVECS-II com Sports Mode, freio a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, terceira fileira com bancos embutidos no e ar-condicionado independente na terceira fileira.
O motor do Pajero Dakar HPE é o 3.2 de 16 válvulas de quatro cilindros em linha a diesel. O sistema de alimentação é por injeção eletrônica direta common-rail, turbocompressor e intercooler, o que garante 165 cv de potência máxima a 3.800 rpm e torque de 38,1 kgfm a 2.000 rpm.
O SUV tem câmbio automático INVECS-II (Intelligent & Innovative Vehicles Electronic Control System) de quatro velocidades. O sistema analisa e reúne as informações do modo de dirigir do motorista, incluindo a forma de acelerar e frear, e se adapta automaticamente.O câmbio também pode ser operado pelo modo sequencial Sports Mode, no qual o motorista opta pela troca manual de marchas.
O Pajero Dakar HPE tem sistema de Tração Super Select 4WD completo, com quatro modos distintos de seleção: 4x2, 4x4, 4x4 bloqueado e 4x4 bloqueado com reduzida. Com exceção da reduzida, é possível fazer a troca da tração com o veículo em movimento, rodando em velocidade de até 100 km/h. O sistema Super Select 4WD permite até 16 combinações de marcha e tração.
A capacidade do porta-malas pode chegar a 1.920 litros com os bancos rebatidos. O veículo mede 4,7 m de comprimento, 1,81 m de largura, 1,84 m de altura com rack e entre-eixos de 2,8 m. O sensor de estacionamento é opcional na linha 2012.
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GM, Honda e Nissan têm modelos produzidos dessa maneira.Veículos elétricos mostram que chineses querem liderar em tecnologia.A General Motors levou à feira o 630, o primeiro modelo do sua nova marca Baojun, desenvolvido com parceiros chineses por meio de uma joint venture. É um sedã de quatro portas baseado num modelo GM antigo. Terá um preço US$ 10.700 US$ 15.300.
A Honda exibiu na feira o compacto de quatro portas S1, o primeiro da sua linha Everus, da parceria Guangzhou-Honda. A Nissan, por sua vez, apresentou um carro ainda sem nome que planeja vender sob a marca Venucia, no próximo ano. A produção ficará a cargo da joint-venture Dongfeng-Nissan.
Essas parcerias entre os grandes fabricantes estrangeiros com produtores chineses são resultado de uma política de Pequim, que quer que os grandes conglomerados globais transfiram tecnologia para a indústria nacional, algo que não aconteceu da forma esperada nas mais de duas décadas em que as grandes montadoras atuam por lá.
Elétricos
A produção chinesa apesentada no Salão de Xangai também deixou claro que o país mergulhou de cabeça no desenvolvimento dos carros elétricos. Muitos dos modelos ainda estão em aperfeiçoamento, mas outros já circulam pelas ruas da China.
A Geely apresentou o McCar, um veículo compacto de dois lugares. A Dongfeng, por sua vez, levou à feira a microvan Shuaike. A Chery, que já tem presença no Brasil com modelos movidos a combustão, lançou o reev de quatro lugares. Todos prometem um alcance de cerca de 100 quilômetros por carga. O desenvolvimento dos carros elétricos é questão estratégica para Pequim: é um campo em que os chineses podem assumir a liderança global se criarem tecnologia rapidamente.
O reev, modelo elétrico da Chery, agora com quatro lugares.
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A nova geração do Hyundai Elantra tem tudo para repetir, em 2011, o frisson causado pelo Honda Civic em 2006. Pelo menos nesse primeiro contato nos EUA, o sedã mostrou que tem atributos para conquistar uma legião de fãs – e deixar a concorrência de cabelos em pé. Primeiro, a marca assegura que o carro terá o mesmo consumo impressionante – 12,3 km/l na cidade, 17 km/l na estrada – em todas as versões. Depois, os “marqueteiros” da Hyundai ficaram felizes em apontar que Honda Civic e Toyota Corolla ficam atrás do Elantra não só em consumo, como também nenhum deles consegue superar o preço inicial do coreano. Será assim no Brasil? Mais interessante que o preço e o consumo do Elantra são as concessões que a Hyundai NÃO fez para chegar a esses valores. Não há redução de peso especial ou retirada de equipamentos para chegar a modelos miseráveis. E o novo Elantra não é compacto. Ele ficou 2,5 cm mais comprido e tem entre-eixos 5 cm maior que o modelo anterior. Apesar do crescimento, a Hyundai conseguiu eliminar cerca de 28 kg do carro.
A maior arma no arsenal do Elantra é o novo motor 1.8 16V, que produz competitivos 150 cv e 18,1 kgfm de torque. O propulsor, de codinome Nu, tem tempo de abertura de válvulas continuamente variável tanto no comando de admissão quanto no de escape, além de coletor de admissão de comprimento variável, para mais torque ou potência. Uma válvula reguladora eletrônica ligada ao computador do motor e da transmissão ajuda a melhorar o consumo. O novo Nu também é 33,3 kg mais leve que o antigo motor quatro cilindros da Hyundai. Ausências notáveis são as da injeção direta de gasolina e do sistema start-stop, mas a marca diz que essas tecnologias ainda são caras para essa linha de motores.
Da forma como está, o motor do Elantra provou ser bastante eficaz. Fornece boa explosão de força logo que acionado e potência linear por toda a faixa de aceleração. O que realmente impressiona é a suavidade em qualquer rotação. Seja rodando a 110 km/h ou andando de pé embaixo, nunca demonstrou fraqueza. A única vez em que notamos um déficit de potência significativo foi quando tentamos uma ultrapassagem em um aclive na rodovia. De modo geral, há força mais que suficiente para a condução cotidiana, seja na cidade ou na estrada.
Um par de transmissões de seis marchas – manual ou automática desenvolvida pela própria Hyundai – direciona a potência. Disponível apenas no acabamento inferior GLS, o câmbio manual tem engates curtos e é relativamente divertido de operar, mas os engates são um pouco vagos e a embreagem é muito, muito leve. O novo câmbio automático, opcional na versão GLS e de série na topo de linha Limited, é suave no geral, embora ocasionalmente engasgue em reduções. As trocas manuais estão disponíveis na alavanca, mas o câmbio sobe as marchas por você quando a faixa vermelha do conta-giros se aproxima.
Ainda que o novo trem de força seja bem resolvido, há outras forças em atuação. Considere que o Elantra empata com o Civic como o carro mais leve da categoria. Com pouco menos de 1.215 kg, ele é apenas 45 kg mais pesado que o Ford New Fiesta Sedan. Sendo um peso-pena e ligeiramente mais potente que o Civic, o Hyundai conquista a melhor relação peso-potência da categoria.
É uma diferença que se percebe ao acelerar. Com menos peso para carregar, o Elantra é ligeiro na cidade, na estrada ou até mesmo em sua estradinha vicinal favorita. A suspensão (McPherson na frente e a barra de torção atrás) não é das mais sofisticadas, mas permite ao Elantra fazer curvas com confiança. É surpreendentemente difícil fazer o carro sair de frente ou de traseira. Mesmo que frear tarde nas curvas deixe a traseira um pouco leve, ela rapidamente se recompõe sem rebolar muito.
A esportividade é apenas um bônus. A principal missão do Elantra é servir de condução cotidiana econômica, e ele desempenha esse papel com louvor. O carro roda bem, andando firme sem ser muito rígido em pisos irregulares. Os barulhos do vento e motor são bem controlados, embora o ruído dos pneus possa se fazer audível em asfalto que não seja lisinho. Como aparenta ser uma tendência entre os novos Hyundai, a direção elétrica parece artificial, como o volante de um videogame, mas é rápida e precisa.
Por dentro, o Elantra é confortável, ainda que um tanto familiar. O estilo interno é bastante semelhante ao de outros Hyundais recentes, com o mesmo conjunto de instrumentos em dois compartimentos e um bloco interior central envolvente. Há bastante espaço vazio no centro do painel. Enquanto o controle de climatização é simples e funcional, os comandos do rádio não são dos melhores. O GPS com tela sensível ao toque é opcional em todas as versões, e inclui sistema de som de 360 watts e câmera de ré, todos intuitivos de usar. A versão Limited vem com bancos de couro, controlador de velocidade, Bluetooth e controles de som no volante – esse regula em altura e profundidade. Ainda que o espaço seja bom em geral, passageiros mais altos não vão ficar felizes com a altura do teto atrás. O porta-malas abriga 420 litros.
Por fora, a história se repete. Você encontrará elementos de estilo de outros Hyundais, como a grade que lembra a do ix35 e as linhas laterais inspiradas nas do Sonata. Mesmo que algumas características (como os faróis esticados até quase as colunas A) possam parecer um pouco exageradas isoladamente, em conjunto elas criam uma unidade atraente caracterizada como “envolvente e arrojada”. Em relação às rodas, as do modelo básico são aro 15 de aço, mas também estão disponíveis aros 16 de liga leve para o GLS, enquanto a versão Limited sai de fábrica com aros 17.
Com consumo e preço imbatíveis, a Hyundai tem um forte competidor nas mãos. O Elantra apenas precisa se preocupar com a reestilização do Civic e o próximo Focus. No Brasil, está confirmado: o carro chega entre maio e junho de 2011 com esse novo motor 1.8 16V, e já na versão flex – o que pode aumentar a potência.
Executivos da Hyundai que estão no país para cuidar do projeto HB (compacto que será produzido em Piracicaba a partir de 2012) garantem que estão trabalhando para repetir a estratégia dos EUA. Ou seja, trazer o sedã com preço competitivo diante de Civic e Corolla. Caso isso se confirme, o Elantra estará em posição de liderar a categoria.
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O novo modelo está cerca de 150 kg mais pesado que o anterior e também está 2,5 cm mais baixo. Segundo a imprensa americana, mudanças externas no desenho também deixaram o carro com aparência mais agressiva. A grade frontal está mais baixa, mais larga e foi pintada de preto, com detalhes cromados. Sobre o consumo de combustível, a Chrysler diz que conseguiu aumentar em 13% a eficiência do veículo na estrada, para 7,5 km/l de gasolina.
O utilitário esportivo começa a ser vendido no terceiro trimestre e deve custar cerca de US$ 45 mil (aproximadamente R$ 70 mil na cotação desta quarta). A montadora americana também anunciou novidades na linha de sedãs 300: três novas versões para 2012.
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A Chrysler anunciou nesta quarta-feira, 13 de abril, que vai oferecer peças das montadoras rivais em suas concessionárias. O plano será materializado graças a uma parceria firmada entre a Mopar, tradicional marca de acessórios e peças da Chrysler, com a Magneti Marelli – controlada pela Fiat – e com a Shell Lubrificantes.
O acordo prevê o fornecimento de peças de manutenção e lubrificantes dos modelos que não são fabricados pela marca norte-americana e nem pela Fiat. As mercadorias serão enviadas à rede de concessionárias da Chrysler, transformando as revendas em pontos de venda de peças de várias montadoras.
No total, a Magneti Marelli vai distribuir 26 linhas de produtos e 3 mil peças para as revendas da Chrysler. Além disso, outras mercadorias, como filtros e palhetas de para-brisa, também estarão disponíveis nas lojas.
Segundo Pietro Gorlier, CEO da Mopar, a distribuição vai concentrar em peças das marcas Chevrolet, Ford, Toyota, Honda, Nissan, Hyundai e Kia. Em 2010, mais de 2,6 milhões de clientes com veículos de marcas rivais da Chrysler visitaram as concessionárias do grupo norte-americano.
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Os chamados sedãs médios sempre foram objetos de desejo entre os consumidores brasileiros que podiam pagar por um carro com mais tecnologia, itens de série e acabamento sofisticado. Por esse motivo, as fabricantes de veículos sempre investiram na qualidade desses produtos, como uma verdadeira vitrine. Porém, neste ano, modelos como Toyota Corolla, Honda Civic e Chevrolet Vectra perderam espaço para concorrentes bem mais robustos: os utilitários esportivos.
De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), de janeiro a novembro deste ano foram emplacadas 157.366 unidades de sedãs médios. Volume abaixo das 182.975 unidades vendidas de utilitários esportivos ou SUVs. É a primeira vez que modelos como Ford EcoSport, Hyundai Tucson e Mitsubishi Pajero ganham essa “briga”. O volume chega a superar o total de sedãs médios comercializados em todo o ano passado (veja o gráfico).
superar o total de sedãs médios comercializados em todo o ano passado (veja o gráfico).O que ajudou a mudar o gosto do consumidor e dar um empurrãozinho nas vendas de SUVs foi a combinação de aumento de renda, disponibilidade de crédito e juros mais baixos. Características de um país com economia estável, que aumenta a confiança do consumidor.
“Os segmentos competem hoje. Se você for ver, o que mais vai crescer no Brasil nos próximos anos será o de SUVs, mas o segmento de sedãs sempre reinou”, afirma o gerente executivo de planejamento de marketing da Volkswagen do Brasil, Fabrício Biondo.
Apesar da tendência, o diferente gosto entre homens e mulheres é o que vai equilibrar esta disputa. “Os dois segmentos hoje, com o crescimento da renda, se combinam. Você tem consumidores que procuram SUVs por conta da versatilidade, da posição alta de dirigir, por isso ela agrada muito as mulheres. E os sedãs agradam mais os homens”, descreve Biondo.
Desejo e personalidade
“Há uma tendência sobre esse tipo de carro porque é um objeto de desejo, uma transposição da personalidade das pessoas e uma visão do que fazer fora do trabalho ou em um fim de semana”, destaca o diretor geral da Citroën do Brasil, Ivan Ségal.
Segundo ele, o Aircross tem como o objetivo atrair os clientes de todos os segmentos e de todas as marcas. “Temos muitas pessoas chegando de universos diferentes, seja de sedãs, hatchs, SUVs”, destaca Ségal, que acredita que o modelo já cumpre o papel para o qual foi desenvolvido. Lançado em setembro nas concessionárias, o Aircross já conta com 2.586 unidades vendidas até agora.
Outros lançamentos como Hyundai ix35 e a nova geração do Kia Sportage aqueceram o mercado no final deste ano. A briga promete esquentar ainda mais no ano que vem, com a chegada do Renault Duster e do utilitário esportivo da família Agile, da General Motors. Seja qual for o resultado dessa disputa, quem ganha são as fabricantes, afinal, esses produtos garantem margem de lucro muito maior do que qualquer modelo popular líder de vendas.
| SUVs X sedãs médios: confira os cinco modelos mais vendidos até novembro | |
|---|---|
| Utilitários esportivos | Sedãs médios |
| 1º Ford Ecosport: 38.457 unidades | 1º Toyota Corolla: 49.071 unidades |
| 2º Hyundai Tucson: 26.087 unidades | 2º Honda Civic: 27.822 unidades |
| 3º Mitsubishi Pajero: 18.391 unidades | 3º Chevrolet Vectra: 18.252 unidades |
| 4º Honda CRV: 16.252 unidades | 4º Kia Cerato: 12.608 unidades |
| 5º Chevrolet Captiva: 12.003 unidades | 5º Citroën C4 Pallas: 10.799 unidades |
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