domingo, 2 de março de 2008

Financiamentos de carros novos atraem consumidores




É preciso fazer as contas para ver se os juros compensam.Procon-DF alerta que é proibido cobrar multa para quitar financiamento antecipadamente. Financiamentos de carros novos estão tentadores e chegam a 100% do valor do veículo, com a possibilidade de pagar em até 60 vezes. Parece fácil, mas é preciso fazer as contas para ter certeza de quanto será preciso desembolsar para ter um veículo - e não cair em uma 'roubada'.
Veja o site do Bom Dia DF No financiamento de um carro novo de R$ 30 mil, por exemplo, há banco que cobra R$ 600 de taxa de abertura de crédito. Em 24 meses, com taxa de juros de 1,2% ao mês, a prestação fica em R$ 1.512. O total pago será de R$ 36.296. Ou seja, nessa hipótese o consumidor pagará R$ 6.296 só de juros.
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Outra hipótese: se o financiamento for em 72 meses, com juros de 1,26% ao mês, a prestação fica em R$ 670. No fim, o consumidor gastará R$ 48.267; são R$ 18.267 só de juros. Além disso, é preciso ficar atento: com o carro vêm outras despesas: combustível, IPVA, seguro, manutenção, eventuais consertos.

  • Dívida
    A cabeleireira Rosângela Soares da Silva pensou nisso tudo ao financiar o carro em 36 vezes. Guardou dinheiro para quitar o financiamento, mas mesmo assim não conseguiu. A financeira disse que ela teria que pagar uma multa de R$ 500, se quisesse quitar a dívida. "Os juros são abusivos e eles ainda querem me cobrar mais R$ 500. Para quitar o carro eu tenho que pagar mais juros?", questiona Rosângela.

  • Procon
    O presidente do Procon do Distrito Federal, Peniel Pacheco, alerta que cobrar multa para quitar financiamento é proibido.
    "Primeiro, não se pode cobrar nenhuma taxa pela antecipação da quitação da dívida. É proibido. Não há como o consumidor pagar mais uma taxa só porque está quitando a dívida. Segundo, é preciso descontar os juros sobre as parcelas que ainda estão por vencer. Como não há serviço nas parcelas que ainda não venceram, aquele juro tem que ser descontado". Rosângela chegou a ir ao Procon, mas, por falta de um contador para reavaliar a dívida, o problema não foi resolvido. "Agora eu não sei. Vou ao Procon de novo? Contrato um advogado? Eu só quero quitar meu carro", afirma. Segundo o presidente do Procon, já foi feito um pedido para que o GDF contrate quatro contadores aprovados em concurso público.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

GM revela fotos do conceito Meriva



Aos poucos a GM vai divulgando o conceito do Opel Meriva, que apresentará no Salão de Genebra, a partir do dia 6 de março. Hoje a montadora revelou as primeiras fotos oficiais do modelo, que já teve esboço publicado neste blog. O protótipo, que conta com portas traseiras de abertura contrária ao modo tradicional (do tipo "suicida"), deve inspirar a próxima geração da minivan na Europa.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Honda admite aliança com a maior rival

Queda das vendas no mercado japonês preocupa presidente da empresa. Acordo com a Toyota é possivel, segundo o executivo. A Honda admitiu nesta quarta-feira (27) que está aberta a fazer alianças com outras montadoras e não descarta nem uma sociedade com sua principal rival, a Toyota.
"Temos que trabalhar para fazer da Honda uma companhia mais global", disse o presidente da empresa, Takeo Fukui. "Não descarto fazermos uma aliança com outra companhia, nem mesmo com a Toyota, mas é preciso estudar com cuidado cada caso", acrescentou o executivo durante uma entrevista coletiva em Tóquio.
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Fukui pode ainda fazer uma aliança semelhante às que a Honda tem com a Nissan, terceira principal fabricante japonesa de automóveis, e com a Renault, da França, com o objetivo de torná-la mais internacional e poder ser mais competitiva diante do aumento dos preços de matéria prima como aço e ferro. O presidente da Honda disse quanda que vai apostar na produção de venda de minicarros no Japão, e espera que este tipo de produto continue com um grande mercado em seu país. "Poderíamos ter sido mais fortes no setor dos minicarros, já que somos uma empresa que começou com o negócio das motocicletas, mas não temos ido muito bem neste campo", reconheceu o presidente e diretor-executivo do segundo fabricante de carros do Japão. Depois que a procura por carros no Japão registrou em 2007 o pior índice dos últimos 35 anos, Fukui explicou que não acredita que exista uma solução imediata para revitalizar o mercado japonês. O presidente da Honda renovou seu compromisso com o desenvolvimento de carros ecológicos, tanto nos modelos elétricos como nos de motores biocombustíveis. Segundo Fukui, a Honda prevê para 2012 a venda de 400 mil veículos movidos a motores híbridos de gasolina e eletricidade em todo o mundo.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

E por que não fazê-lo

Em qualquer ramo de atividade o termo "estacionamento para clientes" é justificado, pois, de fato, é apenas um local para estacionar os veículos dos clientes daquelas empresas, como uma comodidade para facilitar o relacionamento comercial.

Talvez devêssemos chamar de ESTOQUE DE NEGÓCIOS ou ESTACIONAMENTO DE NEGÓCIOS ou, ainda, PORTAL DAS VENDAS, ou seja lá como mais é possível batizar o novo nome do tradicional estacionamento para clientes.

Olhando por outro prisma, ou seja, se considerarmos com mais critério os estacionamento de clientes, observaremos que num momento de crise, ou de competitividade acirrada, vários e bons negócios estão estacionados sob nossos narizes e sem que consigamos farejar as oportunidades. É um desperdício absurdo de negócios potenciais.

Por que será que segmentos, que não tem nada a ver com o seu negócio, preocupam-se mais com o conforto e segurança de seus clientes ao estacionar os veículos?

Para quem freqüenta churrascarias, restaurantes, cafés, boates, hotéis, etc... sabe exatamente do que estou falando, apenas para citar alguns exemplos no segmento de alimentação e serviços.

Minha intriga tem fundamento a partir do seguinte raciocínio: se gastamos pouco mais de R$50,00 talves R$100,00, o que justificaria de merecer-mos esse tipo de tratamento se quando vamos a uma concessionária de veículos gastar no mínimo R$15.000,00, não temos, às vezes, nem vaga para estacionar?

Será que não merecemos ao menos um guarda-chuva, para não chegar molhado quando for comprar o carro novo?

Quantas voltas daremos no quarteirão de olho em alguma vaga livre, mesmo que seja em uma rua ao lado ou nas imediações da concessionária?

Pode parecer bobagem, mas a influência na decisão de comprar começa antes do contato com o vendedor, antes mesmo de se entrar no showroom.

Em algumas concessionárias, o desleixo é tão grande que mais parece um pátio do Detran, cheio de veículos apreendidos por irregularidades.

O cliente que se vire, estacione onde quiser, ou melhor, onde achar uma vaguinha, que certamente não será a melhor, nem a mais próxima da entrada do showroom, e que aliás, é sempre bem apertada entre dois carros, quando a encontra.

"INSPIRE-SE NO ATENDIMENTO DE ALGUM HOTEL DE LUXO"

Em primeiríssimo lugar, preveja um lugar para o "acolhimento" (prestaram atenção na frase) do veículo, ou seja, uma espécie de portal coberto bem em frente à principal entrada do showroom, algo que seja protegido contra as chuvas, como um tipo de toldo. Lembre-se das áreas de chegada dos veículos nas recepções de qualquer bom hotel. Inspire-se no atendimento de algum hotel de luxo que você tenha gostado e que não seja suntuoso, mas de bom gosto.

Faça com que o fluxo de entrada, obrigue todos os veículos passarem por esse ponto, ou, melhor, pararem exatamente nesse local para que sejam recepcionados pelos seus Capitães Manobristas.

Os gestos que acompanharão esse receptivo são dignos de comissão de frente das escolas de samba. É ensaiado, com sorrisos, tirando-se o chapéu ou boné num cumprimento respeitoso, abrindo-se as portas do carro para o cliente e seus acompanhantes, sempre de forma solicita e cordial, inclusive na devolução do veículo.

Utilizando-se sempre um diálogo previamente ensaiado e bem proferido do tipo :
  • Bom dia, seja bem-vindo à (nome da concessionária) ou marca empresarial.

  • Deixe seu automóvel sob os meus cuidados.

  • Qual o setor da empresa de seu interesse?

  • Perfeitamente. A nossa recepcionista (nome da recepcionista) o encaminhará. Dirija-se à recepção, por favor.

Nessa altura da leitura você está imaginando porque não pensou nisso antes, já que aparentemente é muito simples de operar e barata de implantar.

Lembro-me sempre de um empresário, pelo qual mantinha grande respeito e admiração, um visionário do segmento aeronáutico civil, o Comandante Amaro Rolim, da TAM, que, num mercado altamente competitivo, conseguia sempre inovar, renovar e incrementar seus negócios. Em todos os aeroportos que não dispunham do equipamento Finger, aqueles túneis que se acoplam entre as portas dos aviões e os terminais de passageiros, o Comandante Rolim instituiu o famoso tapete vermelho (tipo passadeira) com cordões de isolamento colocados aos pés das escadas de acesso, tanto para embarque como desembarque. Faça chuva ou faça sol, esse procedimento é de lei.

Em uma das várias vezes, no aeroporto de Congonhas, o Comandante Rolim Amaro, encontrava-se pessoalmente conduzindo os clientes para o embarque e recolhendo os tíquetes das passagens, e foi-lhe perguntado qual a influência desse procedimento no desempenho dos resultados da empresa. Como resposta : "E POR QUE NÃO FAZÊ-LO?" Em primeiro lugar, os passageiros não são passageiros, são clientes fiéis. O passageiro passsa, o cliente da TAM mantém sua fidelidade, por isso um tapete vermelho é o mínimo que posso fazer para ele sentir-se privilegiado com um rei. E por último, sendo mais objetivo com sua resposta, afirmou: "A influência no desempenho dos resultados é muito grande porque com este simples procedimento conseguimos não só instituir um diferencial competitivo, mas também desenvolver em nossa equipe o senso de comprometimento padronizado de atendimento, independentemente do cargo hierárquico ou função. Mexemos com as atitudes de nosso pessoal."