quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Como funciona o ESP®?











A derrapagem é uma das principais causas de acidentes de trânsito. Estudos internacionais mostram que pelo menos 40% de todos os acidentes fatais são provocados por derrapagens. O ESP® pode evitar até 80% de todos os acidentes resultantes de derrapagens. O ESP® detecta a iminência de derrapagem e intervém em uma fração de segundo. O motorista mantém o controle do veículo e o veículo não derrapa, desde que os limites da física não sejam excedidos.

O ESP® fica permanentemente ativo. Um microcomputador faz o monitoramento dos sinais dos sensores do ESP® e verifica 25 vezes por segundo se a trajetória real do veículo corresponde aos movimentos aplicados pelo motorista ao volante. Se o veículo se movimentar em uma direção diferente, o ESP® detecta a situação crítica e reage de imediato – independentemente da ação do motorista. O ESP® utiliza o sistema de frenagem do veículo para "conduzir" o veículo de volta à estrada. Com intervenções seletivas de frenagem em cada roda, o ESP® produz a força contrária necessária para que o veículo reaja de acordo com a vontade do motorista. O ESP® não só inicia a intervenção de frenagem, como pode intervir no motor para acelerar as rodas motrizes. Assim, dentro dos limites da física, o veículo é mantido em segurança na trajetória.

O ESP® reduz substancialmente as dificuldades em controlar o veículo nas situações críticas, auxiliando o motorista. O ABS, o TCS e o ESP® foram introduzidos no mercado pela Bosch.

Golpe - Cheiro de falcatrua no ar

Algumas lojas de escapamento têm retirado o catalisador ou induzido a troca da peça sem necessidade para comercializar sua cerâmica, composta por metais preciosos

Arquivo/Estado de Minas
No catalisador genuíno o gás passa pela "colmeia" de cerâmica, enquanto no falso a cerâmica é substituída por um tubo furado envolto com palha de aço
Motorista, cuidado! Tem gente de olho no catalisador do seu carro. Infelizmente não é a inspeção veicular e sim algumas lojas de escapamento. Isso porque a peça de cerâmica que fica no interior da carcaça de metal do catalisador é composta por três metais preciosos, platina, rádio e paládio. “Como a platina e o paládio valem mais que o ouro, existem empresas que procuram por esse material para reciclá-lo e extrair os metais valiosos”, explica Valdecir Rebelatto, da Mastra, que produz catalisadores.

Até aí tudo bem, mas acontece que algumas dessas lojas de escapamento se aproveitam da procura por esse material para retirar a cerâmica sem o conhecimento do dono do veículo, deixando a peça oca ou instalando um catalisador falso, quando a cerâmica é substituída por um tubo envolto com palha de aço ou algum outro material para abafar ruídos e preencher todo o espaço. Outra prática é induzir o proprietário do veículo a comprar um catalisador novo, sendo que ainda não é o momento de trocar a peça.

Uma fonte, que trabalhou numa empresa que compra a cerâmica de mecânicos ou donos de lojas de escapamento para retirar os metais, contou que o quilo desse material já chegou a ser vendido por R$ 120. Ele pediu para não ser identificado porque tem medo de sofrer alguma retaliação. Valdecir Rebelatto confirma que este alto valor estava sendo praticado até o início da crise, mas atualmente o valor do quilo da cerâmica caiu bastante, e é comercializado por aproximadamente R$ 35.

Como saber

Mas como o dono do carro pode saber se o catalisador está funcionando bem? A melhor forma é procurar por uma oficina íntegra, que tenha um equipamento para fazer a medição do gás expelido pelo veículo ou então um termômetro infravermelho, que identifica, por meio da temperatura do gás, se a peça está em boas condições. Mas Carlos Eduardo Moreira, da Umicore, fabricante de catalisadores, conta que, visualmente, essa tarefa não é fácil.

De acordo com ele, a quilometragem do veículo pode dar uma dica, já que o catalisador original é feito para durar pelo menos 80 mil quilômetros. Por isso, se o carro tem uma boa manutenção, funciona com combustível de qualidade ou a peça nunca esbarrou em algum lugar, dificilmente é preciso trocar o catalisador. Para não comprar gato por lebre, é preciso desconfiar dos catalisadores muito baratos. Carlos Eduardo garante que é impossível esta peça custar menos de R$200.

Se algum mecânico afirmar que a cerâmica está quebrada, a informação pode ser checada chacoalhando a peça. Outro aspecto que denuncia que o catalisador não está bom é a perda de potência do automóvel. Se existe a desconfiança que a cerâmica foi retirada, basta pegar um martelo para ver se a carcaça está oca. Quando a cerâmica é retirada ou um catalisador falso é instalado, o ruído emitido pelo escapamento aumenta. E não se esqueça, se for trocar o catalisador do carro nada de dar uma volta para tomar um cafezinho. Permaneça na oficina para ter certeza de que a peça será trocada.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Especialista Alerta!!

Existem muitas dúvidas na hora de trocar o óleo, desde saber sobre em quanto tempo deve-se fazer a troca, até como medir a quantidade ideal de óleo no motor ou verificar como substituir corretamente a marca de lubrificante indicada no manual do carro por uma similar. Para sanar esta e outras dúvidas, o especialista e gerente técnico da TOTAL Lubrificantes, Marcelo Beltran, mostra o que fazer para você não ter dor de cabeça.

O profissional explica dúvidas muito comuns, mas que fazem total diferença no desempenho do veículo. São elas:

Por que é importante trocar o óleo do seu carro?

Com o passar do tempo, o óleo do motor pode perder a sua viscosidade. A viscosidade faz com que o óleo permaneça por mais tempo revestindo as partes móveis que ficam em contato dentro do motor, como bielas, aneis, cilindros, bronzinas, mancais, comandos, válvulas, etc. Perdendo a viscosidade, o atrito entre as peças poderá comprometer o bom funcionamento do motor, diminuindo sua vida útil, reduzindo o desempenho, consumindo mais combustível, e ao médio ou longo prazo, provocar desgaste prematuro nos anéis, fazendo com que o motor “queime óleo”, até que o leve à retífica.

Como avaliar qual tipo de óleo usar?
Seguir sempre a recomendação do Manual do Proprietário.

Onde eu devo trocar o óleo?

Existem 4 premissas para a lubrificação bem feita; utilizando o lubrificante correto, na quantidade indicada, utilizando as ferramentas e dispositivos de lubrificação adequados e na troca na periodicidade recomendada. É adequado procurar locais com a estrutura necessária e com a equipe treinada tecnicamente para atender a estas premissas, que normalmente são: concessionárias, postos de serviço, super trocas, oficinas mecânicas especializadas e redes de pneus.

Quais critérios se devem analisar, quando for substituir o óleo indicado no manual por um similar?

Devem obedecer às especificações do óleo recomendado do Manual do Proprietário, de acordo com a viscosidade SAE (Sociedade de Engenheiros Automotivos), e com a aditivação API (Instituto Americano de Petróleo), ACEA, ILSAC ou JASO. Todos os lubrificantes contêm as informações nos rótulos sobre homologações e especificações.

Por que estamos vendo com muito mais frequência a recomendação de lubrificantes semissintéticos pelas montadoras?

Os óleos semissintéticos ou de base sintética, possuem performance superior comparada a dos óleos minerais, com custos inferiores a dos sintéticos, associando custo x benefício com a evolução da tecnologia dos motores.

Quando se deve completar o nível de óleo?

Com o uso do carro, o nível do óleo baixa um pouco devido às folgas do motor e à queima parcial na câmara de combustão. Assim, enquanto não chega o momento de trocar o óleo, deve-se completar o nível gradativamente.

Qual a diferença entre óleos sintéticos, semissintéticos e minerais?

O lubrificante é composto por óleos básicos e aditivos. Sua função no motor é lubrificar, evitar o contato entre as superfícies metálicas e refrigerar, independentemente de ser mineral ou sintético. A diferença está no processo de obtenção dos óleos básicos. Os óleos minerais são obtidos da separação de componentes do petróleo, sendo uma mistura de vários compostos. Os óleos sintéticos são obtidos por reação química, havendo assim maior controle em sua fabricação, permitindo a obtenção de vários tipos de cadeia molecular, com diferenças características físico-químicas e por isso são produtos mais puros.

Os óleos semissintéticos ou de base sintética, empregam mistura em proporções variáveis de básicos minerais e sintéticos, buscando reunir as melhores propriedades de cada tipo, associando a otimização de custo, uma vez que as matérias-primas sintéticas possuem custo muito elevado.

Não é recomendado misturar óleos minerais com sintéticos, principalmente de empresas diferentes. Seus óleos básicos apresentam naturezas químicas diferentes e a mistura pode comprometer o desempenho de sua aditivação, podendo gerar depósitos. Além disso, não é economicamente vantajoso, já que o óleo sintético é muito mais caro que o mineral e a mistura dos dois equivalem praticamente ao óleo mineral, sendo, portanto, um desperdício.

Uma dica interessante se refere à troca de óleo mineral por sintético. É importante trocar o filtro de óleo junto com a primeira carga de sintético e trocar esta carga no período normal de troca do veículo em função da sua utilização.

Qual o nível correto do óleo no carro?

São os traços da vareta de óleo que indicam o nível. Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, o nível correto se encontra entre os dois traços e não só no traço superior. Se o óleo fica abaixo do mínimo da vareta, o motor pode ser prejudicado por falta de lubrificação. No entanto, se o óleo fica acima do máximo da vareta, haverá aumento de pressão no cárter, podendo ocorrer vazamento e até ruptura de bielas, além do óleo em excesso ser queimado na câmara de combustão sujando as velas e as válvulas, danificando também o catalisador no sistema de descarga do veículo.

Quando se deve trocar o óleo do carro? Há algum sinal que o veículo apresente?

O correto é seguir rigorosamente a recomendação do Manual do Proprietário de acordo com a quilometragem, ou, geralmente após 6 meses. Alguns sinais são a perda de potência e o superaquecimento.

Por que motor deve estar quente na hora de troca de óleo?

Facilita a saída das impurezas pelo dreno do Carter, pelo fato de estar menos viscoso (mais fino) e as partículas estarem dispersas em suspensão.

Quanto tempo deve-se esperar para medir o nível de óleo?

É importante que se espere pelo menos 15 minutos após o motor ter sido desligado para medir o nível. Isso ocorre porque, neste tempo, o óleo vem descendo das partes mais altas do motor para o cárter e assim podemos ter a medida real do volume, mas sabe-se que dificilmente este período é respeitado nos postos de serviço.

Qual a diferença entre “serviço severo” e “serviço leve”, que são termos usados pelos fabricantes de veículos quando falam em intervalos de troca?

No serviço severo os veículos trabalham com carga em centro urbano, e/ou com baixa velocidade no tráfego tipo “anda e para” e/ou por pequenas distâncias, e/ou de até seis quilômetros (grande troca de marcha) e/ou ambiente externo sujeito à contaminação por poeira. O serviço leve ocorre com o veículo sem carga, em velocidade constante na estrada por percursos longos, com boa pavimentação, e em ambiente externo não agressivo.

O filtro de óleo também deve ser trocado? Quando?

Sim. O óleo, com seus aditivos detergentes e dispersantes, carrega as sujeiras que iriam se depositar no motor. Ao passar pelo filtro, as impurezas maiores ficam retidas, e as menores continuam em suspensão no óleo. Chega um momento em que o filtro, carregado de sujeira, dificulta a passagem do óleo, podendo causar falhas na lubrificação. A situação se agrava quando ocorre o bloqueio total do filtro de óleo, o que pode causar sérios danos ao motor. O período de troca do filtro de óleo também é recomendado pelo fabricante do veículo e consta do manual do proprietário. Deve ser feita a cada duas trocas de óleo. Hoje já existem fabricantes que recomendam a troca do filtro a cada troca do óleo, para que não haja mistura do óleo novo com o residual que se encontra no filtro.

Quais são os perigos de se usar um óleo incorreto?

Perda da garantia da montadora, redução da vida útil do lubrificante, mau funcionamento, desgaste prematuro das peças, superaquecimento, má limpeza do sistema e consequentemente a perda do motor, entre outros.

Qual é a relação entre usar combustível de um posto não muito confiável e a questão da lubrificação?

Combustíveis adulterados são danosos ao motor e implicam queima inadequada e excesso de sujeira no motor. Lubrificantes de maior performance, como semissintéticos e sintéticos poderiam resistir um pouco mais que os minerais, mas não seriam suficientes para evitar a borra em motores que rodam com combustíveis fora das suas especificações, principalmente aqueles adulterados com solventes.

Por que é recomendável utilizar óleo sintético no motor do veículo?

O óleo sintético resiste mais à oxidação gerada pela temperatura, tem menos perda por evaporação, menor formação de borras e lacas e em alguns casos, atração molecular. Embora os lubrificantes sintéticos ofereçam qualidade superior, a maioria dos fabricantes de veículos ainda não diferencia os períodos de troca entre sintéticos e minerais. Existem lubrificantes sintéticos com viscosidade muito abaixo da recomenda pela Montadora para um determinado modelo. Portanto, recomendamos seguir a indicação do Manual do Proprietário.

Por: Marcelo Beltran/TOTAL Lubrificantes/Fran Press Assessoria de Imprensa

Gol x Uno: Confira o desempenho dos líderes em setembro por estado e região.


Se em agosto a briga pela liderança de vendas entre os automóveis havia sido apertada, em setembro se acirrou ainda mais: de 1.761 unidades a favor do VW Gol sobre o Fiat Uno, a diferença caiu para 1.458 unidades no mês passado, a menor em muitos anos.

Analisando por estados e regiões, algumas curiosidades podem ser destacadas:

REGIÕES

- À exceção da região Nordeste, o Gol liderou nas outras 04 regiões. Em relação aos resultados de agosto, o VW retomou a ponta na região mais importante do país;

- A maior vantagem do VW foi registrada no Sul, com 872 unidades (1.294 em agosto), e a menor no Norte, com 107 unidades (193 em agosto). Já o Uno atingiu 846 unidades a mais no Nordeste (354 em agosto);

ESTADOS

- Considerando os 26 estados e mais o Distrito Federal, o Gol viu reduzir o número de territórios em que lidera: de 19 em agosto para 13 em setembro. O Uno, por sua vez, apesar de ter liderado em apenas 01 região, conquistou a liderança em mais 06 estados no mês passado: foram 14 em setembro, contra 08 em agosto;

- Nos estados em que a liderança ficou com o VW, a maior vantagem foi registrada em São Paulo (901 unidades), enquanto a menor apareceu em Santa Catarina (04 unidades); e

- Já nos estados em que o Fiat ficou à frente, a vantagem mais expressiva ocorreu em Minas Gerais (1.159 unidades); a menor, por sua vez, foi registrada em Roraima (2 unidades).