domingo, 31 de agosto de 2008

Subaru Tribeca compensa linhas óbvias com segurança e muita eletrônica

Subaru Tribeca segue receita norte-americana para SUVs e crossovers
De um ano para cá o mercado brasileiro mudou um pouco de perfil. Os compactos continuam no topo das vendas por conta dos preços menores, mas cederam espaço para automóveis médios e utilitários. Uma abertura comercial que a Subaru, marca japonesa representada no país pelo grupo Caoa, quer aproveitar com o crossover médio Tribeca.Importado dos Estados Unidos, o modelo é fabricado na planta de Cherry Hill, em Nova Jersey. E foi pensado bem ao gosto dos americanos, com dimensões avantajadas, recheio farto e de visual algo conservador. O nome vem de uma região nova-iorquina que, após muitos anos de decadência, se tornou um ponto sofisticado da cidade.
No Brasil, o Tribeca chega na versão topo de linha Limited, ao preço sugerido de R$ 197.900, com intenção de brigar diretamente com o Nissan Murano, que custa R$ 193.050. Justamente por isso, o utilitário da Subaru vem extremamente completo, com fartura de itens de segurança e conforto, além de um motor boxer bem forte para encarar o asfalto.Feito sobre a plataforma adaptada da perua Outback, o Tribeca é empurrado por um propulsor 3.6 litros com bloco em alumínio, seis cilindros horizontais opostos, 24 válvulas e duplo comando no cabeçote. A unidade de força gera 270 cv de potência a 6.000 rpm e um generoso torque máximo de 35,7 kgfm aos 4.000 giros. O motor é gerenciado por um câmbio automático seqüencial de cinco velocidades que se adapta eletronicamente ao modo de condução do motorista.
TRAÇÃO PARA LAMA
A caixa de transmissão tem ainda um sistema de distribuição hidráulica do torque, que despeja a força do propulsor em cada eixo conforme a condição de rodagem. Esse comando funciona em conjunto com o sistema eletrônico de tração permanente nas quatro rodas, com diferencial de escorregamento limitado nos dois eixos -- conjunto que credencia o Tribeca a aventuras na lama, embora o crossover seja mais voltado ao uso urbano. Prova disso é o pacote de segurança ativa e passiva, que traz duplo airbag frontal, lateral e do tipo cortina, freios a discos ventilados nas quatro rodas com ABS e distribuidor de frenagem EBD, controle de estabilidade e apoios de cabeça ativos nos bancos dianteiros. Ao conjunto, somam-se ainda faróis de xênon com lavadores e ajuste de altura do facho de luz, direção hidráulica progressiva, retrovisores laterais com desembaçador e leds das luzes indicadores de direção embutidos e quadro de instrumentos eletroluminescente do tipo blackout -- que fica permanentemente aceso. Já as rodas de liga leve de 18 polegadas, assim como as barras longitudinais no teto, emprestam alguma esportividade ao visual do crossover.Mas o carro não é exatamente arrojado nas linhas, que inspiram mais força do que modernidade. Na frente, o destaque é a grade frontal cromada, com o emblema da Subaru centralizado no topo. Nas laterais, os pára-lamas salientes deixam o Tribeca musculoso e, na traseira, as lanternas afiladas invadem a tampa da mala, no mesmo design comportado do resto do carro. O que compensa a falta de ousadia no estilo do Tribeca é a carroceria parruda. São 4,86 metros de comprimento, por 1,88 metro de largura e 1,72 metro de altura, que resultam em generosos 2,75 metros de entre-eixos e um porta-malas de 525 litros -- expansíveis a 956 litros com os bancos traseiros rebatidos.
SINTA-SE EM CASA
O interior, inclusive, é outro ponto forte no crossover, não apenas pelo espaço. Além dos sete lugares, o Subaru Tribeca traz uma lista grande de equipamentos de conforto. Estão lá volante multifunção e bancos revestidos em couro com ajustes elétricos nos assentos dianteiros e memória para o do condutor, teto solar panorâmico, display multifuncional com tela de LCD e sistema de câmera traseira para manobras embutido no console central, ar-condicionado automático digital de duas zonas com saídas individuais para os bancos de trás, computador de bordo, controle de cruzeiro e um sistema de som premium, com nove alto-falantes e rádio/CD/DVD com MP3, disqueteira para 6 CDs e entradas auxiliares. Com esse conjunto, a Subaru pretende ganhar o brasileiro no recheio e na lista de segurança, e que ele esqueça a beleza e o preço -- por sinal, os dois aspectos mais visados pelo público local, mas pouco destacados no Tribeca.
COMERCIAL DO TRIBECA NOS EUA

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Quem paga a prestação?

Campanha dos bancos pela segurança dos motociclistas está, na verdade, é tentando reduzir o próprio prejuízo
"Popular" - Devagar, bem devagarinho, o carro com motor 1.0 vai perdendo as luzes da ribalta. Depois de atingir espantosos 70% das vendas no mercado doméstico, sua participação caiu esse ano para 42%. O governo federal foi cedendo também devagar, bem devagarinho, e a diferença de impostos caiu para apenas quatro pontos percentuais. O preço de um 1.0 (IPI de 7%) que se arrasta pelas estradas é cerca de R$ 2 mil mais barato que um 1.4 (11%), que oferece desempenho minimamente decente. Diluídos num financiamento de longo prazo, são menos do que R$ 50 na prestação. A Peugeot foi a primeira a derrubar o 1.0, simplesmente deixando de oferecê-lo e substituindo-o pelo 1.4 com mesmo preço. Se o governo imaginar uma tributação intermediária que permitiria eliminar de vez o benefício fiscal do "popular", todas as partes envolvidas sairiam ganhando.
Opções - Inflação em queda é tudo que o governo, os empresários e a sociedade almejam. Só desagrada ao setor dos consórcios, que vê sua curva estatística de vendas despencar em sintonia com os índices inflacionários. Nesse vaivém das opções de compra para quem não paga à vista (hoje no patamar de apenas 30%), o crédito direto ao consumidor (CDC) virou patinho feio, pois a incidência do IOF sobre o valor das prestações tornou mais vantajoso o leasing, isento do imposto. Uma operação que, de fato, não é uma venda, mas um aluguel por prazo determinado, e que dá ao cliente a opção de compra do bem ao final do contrato. Muitos que optam pelo leasing não têm conhecimento desses detalhes do financiamento e ficam bravos lá na frente ao perceber várias limitações dessa operação...
"Up-grade" - Disse outro dia o Sérgio Habib, presidente da Citroën, um dos mais brilhantes empresários do setor: os juros mais baixos e prazos mais longos estão modificando o perfil das vendas dos automóveis brasileiros. E o crescimento do mercado batendo recordes em cima de recordes está mascarando a migração dos clientes para faixas mais altas. Quem comprava os melhores nacionais pulou para os importados. Nesse caso, estimulados também pelo dólar que cada dia vale menos. Os que rodavam com modelos médios como Astra ou Golf subiram para carros maiores como Vectra, Fusion ou Jetta. E a escada continua: quem dirigia compacto assumiu o volante de um médio, e os que se contentavam com os "populares" migraram para os compactos.
E daí para baixo? Quem rodava de usado passou para o popular. Os motociclistas procuram hoje os usados. E quem usava o ônibus já paga a prestação da moto...Aliás, segundo o Habib, ele se admirou com uma campanha publicitária de bancos focando a segurança dos motociclistas. Ele se encontrou com um diretor da associação do setor (Febraban) e elogiou a campanha. E a resposta foi: "Tínhamos que fazer. O índice de acidentes com mortes de motoqueiros não pára de crescer. E a gente deixa de receber a prestação..."

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Pacote econômico

Seu carro está bebendo demais? Trocando peças simples e baratas, você pode cortar o gasto com combustível até pela metade
Você comprou um automóvel usado porque soube que ele é capaz de fazer 10 quilômetros com 1 litro de combustível. Mas descobriu que ele não está passando dos 7 km/l. Ou, então, você comprou um carro zero e após um ou dois anos de uso percebeu que ele está bebendo bem mais do que quando saiu da concessionária. Em geral o grande culpado é um só: falta de manutenção. Se for isso, a solução é simples e - melhor de tudo - barata.
Às vezes, basta um filtro de óleo entupido para o gasto ser até 20% maior. Caso várias peças tenham problemas, o consumo pode dobrar. Entram nessa lista velas, catalisador e filtros de ar e combustível, sem falar do próprio óleo, que pode estar fora da especificação correta - afinal, não falta motorista que confia mais no frentista que no manual do proprietário.
Os sintomas começam a se agravar por volta dos 50 000 quilômetros, mas podem aparecer já aos 20 000. Tudo vai depender da condição de uso severo (trânsito urbano pesado, excesso de estradas de terra), abastecimento com combustível de má qualidade ou a simples falta de troca de filtros.
"O que acontece é que a pessoa compra um automóvel novo e não faz mais nada. Nem as revisões de autorizada ela respeita. Quando alguém compra esse carro como usado, pode estar levando para casa uma verdadeira bomba-relógio", afirma o mecânico Vinicius Losacco. "O mais curioso é que basta você gastar uns 400 reais para deixar o carro em ordem."
Em parte, esse problema ocorre porque os automóveis estão mais duráveis e, portanto, suportam mais tempo sem a manutenção obrigatória. Mesmo assim, não há milagres. Um filtro de ar, por exemplo, deve ser trocado em média a cada 10 000 quilômetros. "E não vale dar aquela batidinha, não. A sujeira que é acumulada internamente não sai batendo", diz Losacco. Aliás, tanto a tal batidinha quanto o uso de jato de ar comprimido podem provocar danos na estrutura do elemento filtrante.
A mesma displicência se vê com o filtro de óleo, responsável por impedir a circulação de impurezas no motor. "Quem vai vender o carro não está tão preocupado com a manutenção preventiva. Assim, o consumo de combustível a mais causado pelo filtro de óleo sujo pode chegar a 20%", afirma Flávio Sureira Netto, técnico de produto da Mann+Hummel Brasil. O óleo sujo perde suas propriedades de lubrificação, aumentando o atrito entre os componentes móveis dentro do motor. E, assim, ele passa a beber mais.
Principal veneno para o automóvel, o combustível adulterado é responsável pela "asfixia" do motor. Câmara de combustão contaminada, válvulas com folga além do especificado e filtro sujo fazem com que o automóvel perca rendimento. A reação do motorista é automática: pisar mais para compensar a falta de potência. "Checar a abertura da folga da vela determina a qualidade da queima do combustível. Para cada motor, há uma especificação própria", diz Ricardo Namie, chefe da assistência técnica da NGK.
Por fim, um dos itens que mais sofrem é o catalisador, que chega a derreter com o tempo. "Havia uma moda de retirar o catalisador para ganhar potência. Mas esse ganho só acontece a 6 000 ou 6 500 rpm, sem falar que o carro perde torque. E isso se traduz em maior consumo", diz Edson Paixão, supervisor do laboratório de emissões da Umicore.
Vale dizer que tudo é uma reação em cadeia: gasolina batizada entope o filtro, assim como velas ruins com filtros contaminados vão sobrecarregar o trabalho do catalisador. "Aliás, ele é um sofredor. Tudo o que estiver errado antes será descontado no catalisador", afirma Antonio Gaspar de Oliveira, diretor técnico do Sindirepa (sindicato das oficinas de São Paulo). Outro problema do catalisador é a pirataria. "Mais de 80% do mercado é atendido com peça falsa", diz Carlos Eduardo Moreira, gerente de desenvolvimento de negócios da Umicore. As conseqüências extrapolam o consumo alto. Os falsos poluem acima do permitido e causam problemas de saúde. Aí o prejudicado deixa de ser só seu bolso.
RECEITA PARA BEBER MENOS
CAUSA: VELAS
O PROBLEMA: Queima incorreta do combustível, por desgaste ou contaminação, ocasionando folga ou obstrução
QUANTO SOBE O CONSUMO: ATÉ 25%
QUANDO TROCAR: A cada 20 000 quilômetros (uso normal) ou 15 000 (uso severo), na média
QUANTO CUSTA: 30 a 100 reais o jogo, em média
CAUSA: FILTRO DE AR
O PROBLEMA: Pode estar entupido com poeira e outras partículas sólidas, deixando mais rica a mistura ar-combustível
QUANTO SOBE O CONSUMO: 10% A 20%
QUANDO TROCAR: A cada 15 000 quilômetros (uso normal) ou 7500 (uso severo), na média QUANTO CUSTA: 30 a 50 reais, em média
CAUSA: FILTRO DE ÓLEO
O PROBLEMA: Quando contaminado por partículas poluentes e combustível adulterado, aumenta o atrito das peças do motor
QUANTO SOBE O CONSUMO: 10% A 20%
QUANDO TROCAR: A cada troca de óleo do motor
QUANTO CUSTA: 20 a 50 reais, em média
CAUSA: FILTRO DE COMBUSTÍVEL
O PROBLEMA: Se estiver sujo, empobrece a mistura ar-combustível. Além de sobrecarregar a bomba de combustível, ela pode até queimar. Caso isso ocorra, o prejuízo é a partir de 200 reais
QUANTO SOBE O CONSUMO: 20%
QUANDO TROCAR: A cada 10 000 quilômetros (uso normal) ou 8 000 (uso severo), em média
QUANTO CUSTA: 20 reais, em média
CAUSA: CATALISADOR*
O PROBLEMA: Pode ter derretido parcial ou completamente
QUANTO SOBE O CONSUMO: DE 5% A 10%
QUANDO TROCAR: A cada 80 000 quilômetros (uso normal) ou 40 000 (uso severo), em média
QUANTO CUSTA: 300 a 500 reais no mercado de reposição
*Pode até ultrapassar os 100 000 quilômetros, mas ele se deteriora rapidamente quando o motor não está funcionando com a manutenção perfeitamente em dia
CAUSA: ÓLEO
O PROBLEMA: O motor pode sofrer carbonização causada por óleo fora de especificação prevista no manual
QUANTO SOBE O CONSUMO: ATÉ 10%
QUANDO TROCAR: A cada 10 000 quilômetros (uso normal) ou 5 000 (uso severo), em média
QUANTO CUSTA: 45 a 90 reais, em média
CAUSA: ALINHAMENTO E BALANCEAMENTO
O PROBLEMA: Pode Atrito irregular dos pneus com o solo, diminuindo o desempenho. Nesse caso, também há um aumento no desgaste dos pneus
QUANTO SOBE O CONSUMO: ATÉ 10%
QUANDO TROCAR: A cada 10 000 quilômetros (uso normal) ou 5 000 (uso em estradas esburacadas), em média
QUANTO CUSTA: 70 reais, em média
Obs. 1: Na dúvida, siga sempre o manual do proprietário do veículo.
Obs. 2: Uso severo entende-se por tráfego urbano intenso, quando a velocidade média é menor que 10 km/h, ou em estradas de terra muito empoeiradas e esburacadas.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Só vale abastecer com álcool em 12 Estados brasileiros

Desde que o carro com motor flex foi introduzido no Brasil, pela primeira vez em um número tão grande de estados não compensa usar o álcool. Com o aumento de preço do combustível na bomba, agora em doze estados é mais vantajoso economicamente usar a gasolina. O preço da gasolina ficou estável em julho, enquanto o do álcool subiu 2,2% e o GNV 1,2%. Diesel e biodiesel subiram respectivamente 2% e 2,3%. Com estes aumentos, principalmente no Norte, Nordeste e em Brasília, não compensa usar combustível derivado da cana-de-açúcar. Os dados são da Ticket Car.O levantamento feito pela empresa mostra que o litro de álcool passou a custar, em média, R$ 1,82, e o da gasolina R$ 2,67. Estes preços são uma média, já que há grandes diferenças de um estado para outro. Em São Paulo, o valor médio do álcool é de R$ 1,29, em Brasília é R$ 1,87 e no Amapá, R$ 2,22. O álcool precisa custar menos de 70% do preço da gasolina para o motorista ter vantagem financeira. Se ele custar mais de 70%, o melhor é usar gasolina. Faça a seguinte conta: divida o preço do álcool pelo preço da gasolina. Se o resultado foi inferior a 0,70, use álcool. Se for superior, use gasolina. Veja abaixo a tabela com os preços de álcool e gasolina por estado e onde compensa abastecer com álcool.
Estado – R$ gasolina – R$ álcool – Diferença em %
AC – 2,983 G – 2,044 A – 31% (Vale usar Álcool)
AL – 2,763 G – 1,941 A – 30% (Não vale usar Álcool)
AM – 2,546 G – 1,838 A – 28% (Não vale usar Álcool)
AP – 2,781 G – 2,227 A – 20% (Não vale usar Álcool)
BA – 2,707 G – 1,824 A – 33% (Vale usar Álcool)
CE – 2,689 G – 1,905 A – 29% (Não vale usar Álcool)
DF – 2,586 G – 1,875 A – 27% (Não vale usar Álcool)
ES – 2,638 G – 1,781 A – 32% (Vale usar Álcool)
GO – 2,514 G – 1,511 A – 40% (Vale usar Álcool)
MA – 2,579 G – 1,860 A – 33% (Vale usar Álcool)
MG – 2,527 G – 1,689 A – 33% (Vale usar Álcool)
MS – 2,762 G – 1,774 A – 36% (Vale usar Álcool)
MT – 2,894 G – 1,555 A – 46% (Vale usar Álcool)
PA – 2,841 G – 2,216 A – 22% (Não vale usar Álcool)
PB – 2,562 G – 1,860 A – 27% (Não vale usar Álcool)
PE – 2,637 G – 1,872 A – 27% (Não vale usar Álcool)
PI – 2,687 G – 2,031 A – 24% (Não vale usar Álcool)
PR – 2,446 G – 1,431 A – 41% (Vale usar Álcool)
RJ – 2,604 G – 1,719 A – 34% (Vale usar Álcool)
RN – 2,620 G – 1,893 A – 28% (Não vale usar Álcool)
PI – 2,687 G – 2,031 A – 24% (Não vale usar Álcool)
RO – 2,785 G – 1,892 A – 32% (Vale usar Álcool)
RR – 2,579 G – 2,010 A – 24% (Não vale usar Álcool)
RS – 2,639 G – 1,811 A – 31% (Vale usar Álcool)
SC – 2,583 G – 1,711 A – 34% (Vale usar Álcool)
SE – 2,609 G – 1,884 A – 28% (Não vale usar Álcool)
PI – 2,687 G – 2,031 A – 24% (Não vale usar Álcool)
SP – 2,450 G – 1,295 A – 47% (Vale usar Álcool)
TO – 2,772 G – 1,751 A – 37% (Vale usar Álcool)