segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

CONHEÇA AS PRINCIPAIS CAUSAS DA DISTORÇÃO HARMÔNICA NO SOM AUTOMOTIVO


Veja quais são as principais razões do problema e aprenda a evitá-los
Um dos assuntos mais importantes relacionados ao trio elétrico é a distorção harmônica. Neste artigo, vamos saber quais são as principais causas deste problema.
Nos campeonatos e eventos ligados ao som automotivo, é comum encontrarmos instaladores que julgam saber, apenas de ouvido, quando um sistema de áudio está reproduzindo som com distorção. Na realidade, isso é muito difícil de acontecer, pois quando o ouvido humano de uma pessoa comum ouve um som distorcido, este som já estava distorcendo o sinal de áudio a muitos passos do volume atrás.
Em ambientes abertos, onde há varios sistemas de áudio funcionando a grande amplitude, detectar o momento em que um dos sistemas está reproduzindo sinal de áudio distorcido, apenas no ouvido, é uma missão quase impossível. Mas o que é distorção harmônica?


Distorção Harmônica
Quando observamos um sinal de áudio sem distorção, vemos que este é uma sinóide, isto é, um sinal completamente arredondado.No sinal distorcido ele se apresenta achatado, enquanto que no sinal sem distorção ele é todo arredondado.
Este achatamento do sinal de áudio, no sinal distorcido, também é chamado de “enquadramento”. Muitas pessoas utilizam o termo “enquadrou a onda” para dizer que o sinal de áudio distorceu.Mas o que causa este achatamento no sinal de áudio?

Principais causas
Podemos dizer que há várias fontes para este problema. Porém, e infelizmente, o principal causador de distorção em um sistema de áudio é o mau uso do sistema.Claro que há muitos outros fatores que podem levar o sistema a reproduzir áudio com distorção. Então podemos catalogar os principais fatores:
Excesso no uso do volume do CD/DVD player


Este é um caso interessante, mas pouca gente sabe que nunca, em um sistema de áudio, pode-se utilizar o ajuste de volume no máximo. Sugerimos que o maior nível que se deva colocar 75% da graduação do controle. Isto é, se o volume vai de 0 a 62, podemos colocar este ajuste no máximo no nível 47, pois, dali em diante, não se estará utilizando a melhor parte do pré-amplificador do CD/DVD player, o que diminui a qualidade sonora do sistema.

Excesso nos ajustes de áudio do CD/DVD player
Outros excessos cometidos com grande facilidade, por usuários de trios elétricos, estão nos ajustes das frequências nos CD/DVD players, isto é, nos ajustes de graves (bass), médios (mid) e agudos (treble). Isto sem contar com o ajuste de equalizadores que alguns CD/DVD players possuem. Uma dica boa aqui é nunca ultrapassar a barreira do +3db. Para baixo não há problema, mas para cima a possibilidade de problemas com o sinal de áudio é muito grande.
Utilização da saída SUB do CD/DVD player em trios elétricos.


Quando analisamos as frequências que um trio elétrico reproduz com maior rendimento, vemos que as frequências acima de 60 Hz são as que mais se destacam. Assim, a utilização da saída SUB (com a função de filtro low-pass ativada), está completamente fora de uso em um sistema de trio. O uso desta saída para amplificadores que vão alimentar woofers ou subwoofer em trios pode danificar facilmente os alto-falantes, pois em ambientes abertos frequências tão baixas não possuem rendimento. Desta forma, o usuário tende obter um resultado satisfatório de seus alto-falantes. Porém, como grande parte das frequências que tem um bom rendimento em ambiente aberto foi filtrada (retirada) pela saída SUB do CD/DVD player, os alto-falantes não terão o rendimento esperado pelo usuário, que elevará cada vez mais a intensidade do volume até a saturação da entrada do amplificador ou até a saturação da própria saída RCA SUB do CD/DVD player.

Excesso nos ajustes de áudio em crossovers ativos

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É muito comum o uso de crossover ativo (divisor de frequências ativo) em sistema de trio.Porém os ajustes neste equipamento são de suma importância para o bom funcionamento do sistema. Além da escolha da frequência de corte em cada via, pode-se ajustar a intensidade de saída do sinal de áudio, por meio de um ganho. o Ajuste deste ganho deve ser feito com muito cuidado, para que não se sature nem a entrada do amplificador ligado a ele e nem a própria saída da via do crossover. Seguindo a dica já mencionada, nunca ultrapasse a barreira do +3dB.

Excesso no ajuste do nível de ganho dos amplificadores

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Nos amplificadores de maior qualidade, o ajuste de ganho não altera a potência final do amplificador. Isto é, com os CD/DVD players que temos no mercado hoje, com o nível de ganho no mínimo ou no máximo, a potência final do amplificador será a mesma. Porém, será atingida em nível de volume diferente. Dica importante, quanto mais baixo deixarmos os ajustes de ganho, aproveitaremos melhor a graduação de volume do CD/DVD player, assim teremos mais qualidade sonora no sistema e a possibilidade de distorção no sistema diminuirá, pois teremos uma grande graduação do volume para utilizar.

Falta de corrente elétrica na alimentação dos amplificadores
Esta causa decorre do grande preconceito que o brasileiro tem em não achar necessário colocar mais baterias no sistema de áudio.
Mas, como a potência está diretamente relacionada á quantidade de corrente elétrica disponível, quanto mais potência tivermos no sistema mais baterias devemos ter. A falta de bateria (corrente elétrica) leva á diminuição da tensão de alimentação, que por sua vez leva á diminuição da tensão interna de funcionamento do amplificador, que inevitavelmente levará qualquer amplificador automotivo, não importando marca, modelo ou até tipo, a ter distorção na saída. Dica importante: monitore sempre a tensão das baterias durante o funcionamento do sistema com multímetros de leitura rápida (multímetro digital com função MAX/MIN) na função MIN (mínimo).

Qualidade da gravação do arquivo MP3

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Este é um item novo com que se preocupar. Com o advento do MP3, o CD comum está ficando obsoleto. Mas, com o objetivo de colocar mais músicas num CD-R, muitos gravam os arquivos MP3 com resolução muito baixa, o que leva á compreensão dinânica da música e em perda considerável da qualidade sonora e algumas vezes em um sinal, mesmo em volumes baixos, com distorção. Assim, uma dica importante na hora de converter CD´s de áudio em arquivos MP3: utilize resoluções acima de 128k, assim você garantirá uma qualidade sonora maior e uma menor possibilidade de se ter distorção já no CD/DVD player.
Conclusão. Como vimos nesse artigo, a distorção harmônica, ao contrário do que muitos pensam, não é causada nos amplificadores, mas sim em outros pontos. Como o amplificador é a última peça eletrônica na escola do sistema de áudio, ele acaba por levar a culpa injustamente. Os ajustes e a alimentação do sistema de áudio são os grandes vilões no aparecimento da distorção harmônica no sistema.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Mitos e verdades sobre venda de usados



Internet é mais para vender carros novos do que carros usados? Confira este e outros mitos


Confira entrevista com Chipp Perry, Presidente e CEO da AutoTrader.com, e Joe Lescota, Diretor da Northwwod University. Eles desvendam os mitos que cercam as vendas de veículos usados pela internet.
Mito 1: a internet é mais para vende carros novos do que carros usados.
Realidade: existe uma enorme oportunidade na internet para vender carros usados. As pesquisas mostram que em 2007, 61% dos compradores de carros usados usaram a internet, comparado com 70% para carros novos. Se olharmos as pesquisas para o ano 2001, vamos encontrar 43% versus 60%.
Mito 2: jornais, televisão e rádio ainda recebem a maior parte dos investimentos de propaganda.
Realidade 2: revendedores independentes devem reconsiderar a alocação de seus investimentos de propaganda. Em 2007, os percentuais para investimentos em propaganda nos Estados Unidos foram 27% em jornais; 17% em televisão; 17% em rádio; 17% em Internet; 10% em mala direta e 12% em outros.


Mito 3: estou revisando a minha estratégia de internet e não tenho o tempo ou os recursos para me envolver com web site de terceiros.

Realidade 3: tudo que você precisa é de um telefone, uma câmara digital e um bom gerente de carros usados para dar um salto nos seus negócios online.


Mito 4: tudo tem a ver com search.

Realidade 4: os consumidores usam sites de classificados para descobrir veículos e revendas.


Mito 5: leads de e-mail (levando a vendas) são a minha mais importante medida de sucesso.

Realidade 5: medidas melhores de sucesso são as chamadas telefônicas e os walk-ins estimulados pela minha propaganda pela internet.


Mito 6: tenho que reduzir preços para aumentar o interesse dos clientes em meus veículos.

Realidade 6: se você constrói valor através de um merchandising eficiente você PODE aumentar o seu faturamento usando a internet.


Mito 7: apenas os carros diferenciados vendem na internet.

Realidade 7: carros comuns com um bom merchandising conseguem atrair a atenção dos consumidores. As pesquisas mostram que, em 2007, os 5 carros mais procurados na internet foram o Honda Civic (713.663 buscas ); Honda Accord (558.125 buscas ); Ford Mustang (419.561 buscas ); Toyota Camry (312.276 buscas e Ford F150 ( 294.802 buscas ).


Mito 8: posso diferenciar a minha revenda online porque os consumidores estão procurando “carro por carro ”.

Realidade 8: a internet proporciona várias táticas de impacto para o merchandising das revendas.


Mito 9: falar de baixos pagamentos vende automóveis.

Realidade 9: é preciso encontrar o preço certo.


Mito 10: o recondicionamento de carros é uma ferramenta de negociação.

Realidade 10: recondicionamento e programas de certificação são ferramentas chave de merchandising.


Mito 11: meus vendedores devem continuar a focar na maneira como eles sempre venderam automóveis.

Realidade 11: vendedores precisam estar conscientes das mudanças que estão ocorrendo no mercado e adotar uma postura de consultores quando vendendo automóveis.


Mito 12: não existe uma ciência em operar um departamento de carros usados.

Realidade 12: trabalhar com métricas pode trazer um grande impacto para a sua revenda.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

SEGREDO - C2 VTS: Pocket-rocket da Citroën chega ao Brasil


Carro da Citroën recebe placas verdes e começa temporada de testes. Ele deve vir ao país para concorrer com Mini, smart e Fiat 500
Encerrada a bateria de testes do C4 Pallas, o WebMotors foi à sede da Citroën na Vila Leopoldina, São Paulo, para devolver o sedã com tecnologia flexível em combustível. Ao chegar à empresa, a nossa grande surpresa foi bater de cara com o C2. Um carro compacto que utiliza um poderoso motor 1,6-litro de 125 cv e 14,5 kgm. A possível vinda do automóvel para o Brasil se deve pela chegada de outros pocket-rockets, leia-se Mini Cooper, smart e Fiat 500. Dos três, só o Mini não foi apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo. A Citroën chegou utilizar o C2 nas competições de rali internacional e o modelo não fez feio. A velocidade máxima do compacto é de 202 km/h e a aceleração de 0 a 100 km/h é de 8,3 s. A base do propulsor é um quatro cilindros em linha de exatos 1.587 cm³, o mesmo usado no Brasil, e a transmissão é manual de cinco velocidades. Lá fora, existe a opção de um automático CVT. Quando o C2 foi lançado, em 2003 no Salão de Genebra, ele ganhou destaque pelas dimensões e design arrojado. A última atualização do automóvel, que usa a mesma plataforma do C3, ocorreu em 2005, também na Suíça.O C2 tem 2,31 m de entreeixos, 3,66 m de comprimento, 1,66 m de largura e 1,47 m de altura. Os pneus da série flagrada, a VTS, são de perfil esportivo: 195/45 R16. O WebMotors chegou a questionar o que o carro estava fazendo ali. Mas a única resposta que obtivemos foi a de que ninguém sabia de nada. Agora, já sabemos. E vocês também.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

SEGREDO: Ford decide importar Transit


Modelo será anunciado ainda neste ano, mas apenas chegará ao mercado no início de 2009. Leitor já até descobriu site registrado pela Ford

Está decidido. A Ford vai mesmo vender a Transit no Brasil. Os executivos decidiram a sete chaves bancar a importação do modelo, que faz muito sucesso na Europa, onde é vendida há 40 anos. Serão duas versões oferecidas ao consumidor brasileiro, furgão e van. E depois virá a chassi-cabine. O anúncio oficial da Ford será ainda em 2008, mais perto do final do ano. Porém, a comercialização deverá começar no início de 2009. O produto será importado da Turquia, onde é fabricado e segue para 22 países da Europa.As novidades não páram por ai. O leitor Alexandre Barros, de São Bernardo do Campo (SP), fez outra importante descoberta. A Ford já registrou o domínio sobre a van no Brasil, em 27 de dezembro de 2007. O endereço é www.fordtransit.com.br. Nós agradecemos pela gentileza!Quais devem chegarA Ford deverá começar com duas versões da Transit, um modelo vocacionado ao transporte de passageiros e uma de carga, com PBT de 1 ou 2 ton. São as duas que foram apresentadas na Fenatran 2007, a de carga com teto alto – com capacidade de carga de 11,3 metros cúbicos – e a van com capacidade para 15 passageiros e um motorista. Nas Américas, o Brasil será o segundo país a receber o veículo. Após os Estados Unidos, o México se tornou o primeiro fora da terra do Tio Sam, em setembro de 2007. Por lá, existem nove versões disponíveis.PreçoÉ neste ponto que o bicho pega. O preço é a grande pedra no caminho da Transit “a brasileira”. E não dá para levar em conta a Sprinter, importada da Argentina, que por aqui custa de R$ 82 mil a R$ 109 mil (furgão) e na van (de R$ 93 mil a R$ 131 mil). Por vir de um país mais perto, a conta da logística é, obviamente, bem menor. A Ford vai adaptar os modelos importados em seu Mod Center. A marca sabe que se trouxer todos os itens luxuosos da versão européia, vai dançar no quesito preço. A tendência é que o valor inicial da Transit supere os concorrentes. Oswaldo Jardim, diretor das Operações de Caminhões da Ford, despistou sobre a Transit na Fenatran do ano passado e na coletiva de imprensa em que a montadora anunciou o segundo de produção, no início de junho. “Estamos de olho no segmento dos semileves, que vendeu 16 mil unidades em 2007 e deverá comercializar 21 mil unidades neste ano. Mas, há fortes concorrentes e para a Transit chegar alguém vai ter que perder. É um segmento muito pequeno”, disse. Jardim, no início de junho, ainda afirmou que outros problemas como a adaptação da rede de concessionários a um produto novo, ainda implica no projeto de trazer a van.MotoresA Ford não vai ter dor de cabeça para importar o modelo, já que o mercado turco é muito semelhante ao brasileiro em termos de gosto por conforto e preço. É a mesma estratégia que a montadora vai usar quando importar a cabine turca em substituição à linha Cargo, que deve ocorrer em no máximo três anos.Este ano, no Salão de Chicago, em fevereiro, a Ford apresentou uma nova versão da Transit, o modelo Connect. Nos Estados Unidos, a versão só será vendida em janeiro de 2009, com motor 2.0 litros, de quatro cilindros, a gasolina, transmissão automática e com capacidade de carga de 4 metros cúbicos. Mas, essa composição está fora de questão.As duas versões apresentadas no Brasil tinham tração traseira e motor diesel 2.4 L, da família Duratorq TDCi. Com esta pista, os modelos poderão ser equipados com motores de 100 cv e torque de 285 Nm, 115 cv/320 Nm e 140 cv/375 Nm. Transit vs SprinterA principal concorrente será mesmo a MB Sprinter, que já detêm uma legião de fãs no Brasil, pois está no mercado desde 1997. No País, a Mercedes-Benz oferece o modelo na versão van com 26 diferentes configurações. Com capacidades que vão de 12 passageiros, mais condutor, e 16 mais um.Já o modelo furgão são três versões de entreeixos (curto/3.000 mm, longo/3.550 mm e extra-longo/4.025 mm), com teto alto ou baixo. Outros concorrentesA Transit também terá pela frente a companhia do Fiat Ducato, Iveco Daily, Peugeot Partner e Boxer, Citröen Jumper Minibus e Renault Master e Kangoo Express (importado da Argentina) e Kia Bongo.