quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Não compre no escuro - As fraquezas de um ícone

Está de olho num Monza? Especialistas mostram os defeitos mais recorrentes do modelo da Chevrolet, para que os pretensos compradores tomem uma decisão mais consciente
O modelo focalizado esta semana pela série Não compre no escuro é o Chevrolet Monza. Para orientar na compra de um usado e também ajudar a montar um plano de manutenção, especialistas em diversas áreas (mecânica, elétrica, lanternagem, pintura, acabamento e emissão de ruído) listaram os principais defeitos apresentados. Além do custo médio dos reparos, a série informa os recalls dos modelos.O Monza chegou ao mercado brasileiro em 1982. Curiosamente, o carro foi lançado apenas com carroceria hatch, com três portas e motor 1.6. No ano seguinte foi a vez do sedã, junto com a opção do motor 1.8, que melhorou um pouco seu desempenho. Nessa época, opcionais como ar-condicionado, direção hidráulica e câmbio manual de cinco marchas eram itens de encher os olhos. Em 1985, o modelo passou por seu primeiro face-lift.Naquele ano, o hatch ganhou versão esportiva, com rodas largas, frisos, bancos Recaro e, sob o capô, o motor 1.8 com carburador de corpo duplo e outro coletor de admissão. O modelo alcançava a velocidade máxima de 180km/h. No ano seguinte, foi lançada a versão de luxo, denominada Classic, que trazia muitos opcionais e carburação dupla. Em 1987, chegou ao mercado o motor 2.0, que tirou de linha a motorização 1.6. No ano seguinte, o Monza passou novamente por retoques estéticos. A carroceria hatch deixou de ser produzida em 1989.O Monza ganhou injeção eletrônica em 1990, mas apenas no motor 2.0. Em 1991, o modelo passou por nova reestilização, ficando semelhante ao Omega. No ano seguinte, todas as versões receberam injeção eletrônica, sendo algumas multiponto e outras monoponto. Para abrir espaço para o Vectra, em 1993 a Chevrolet tirou de cena a versão topo de linha do Monza. Já em 1996, quando a segunda geração do Vectra foi lançada, foi decretada a aposentadoria do Monza.
Problemas e orçamento
MECÂNICOS
Folga nas buchas das barras de direção
Troca: R$ 200
Folga nos coxins com rolamento
Troca: R$ 180
Folga na direção
Troca das buchas da barra de direção: R$ 52
Sujeira no corpo da borboleta
Limpeza: R$ 90
Entupimento da mangueira do Sensor MAP
Troca da mangueira: R$ 80
Desgaste prematuro dos retentores de válvula
Troca: R$ 500
Vazamento na junta da tampa de válvula
Troca da junta: R$ 30
Vazamento na tampa seletora de marcha
Troca do retentor e junta: R$ 55
ELÉTRICOS
Geral
Eletroventilador com durabilidade reduzida
Falha do contato de ignição
Troca: R$ 100Falha no sensor MAP
Troca: R$ 215
Monza MPFI, Classic e 500 EF
Queima do relé da injeção eletrônica ou mal contato nos conectores do relé
Troca do relé: R$ 110
Troca dos conectores: R$ 105
Queima da central eletrônica
Reparo: R$ 700
Falha no debímetro (medidor de fluxo de ar da mistura ar/combustível)
Reparo: R$ 550
Queima das lâmpadas do painel digital
Troca: R$ 135
MONZA 1.8 E 2.0 EFI
Falha no sensor Hall (módulo de ignição que fica dentro do distribuidor)
Troca do sensor e da bobina impulsora: de R$ 280 a R$ 370
Falha no sensor de posição da borboleta
Troca: R$ 120
Oxidação do conector do sensor de temperatura da água
Troca do conector: R$ 75
Troca do sensor: R$ 105
Defeito no sensor de velocidade
Troca: R$ 220
Queima da placa retificadora e do regulador de tensão provocada por falha no alternador
Troca da placa e do regulador: R$ 155
Conserto do alternador: R$ 120
Troca do alternador: R$ 650
LATARIA/CARROCERIA
Com o passar dos anos, as soldas da carroceria se soltam, causando barulho devido ao atrito entre as chapas de aço.
Refixação dos pontos de solda: de R$ 100 a R$ 500
Peso dos vidros laterais dos modelos duas portas estraga a máquina do vidro
Reparo: R$ 90
PAINEL É FRÁGIL
RUÍDOS (causados por)
• Dilatação das peças plásticas do painel
• Folga nos faróis
• Folga na estrutura dos bancos, nas portas e nos componentes do vão do motor
• Vibração do capô
• Isolamento ruim do estepe, chave de rodas, macaco e triângulo
A mão-de-obra de um tira-grilos, que elimina os ruídos do carro, custa a partir de R$ 200
RECALL
Troca dos protetores da mangueira do cânister
Ano do recall: 1991
Corrigir sistema de travamento do cinto de segurança
Ano do recall: 1991
Troca dos parafusos de fixação dos cintos de segurança dianteiros com regulador de altura na coluna central
Ano do recall: 1995
Colaboraram para a reportagem: AutoWay (31-3442-7342); Alinha Rodas (31-3295-3913); o "tira-grilos" Luiz Fernando Machado (31-3226-2677); Autowatt (31-2526-4516); Marcha Livre (31-3481-3200); Magnus Alinhamento (31-3463-9720).

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Moto bicombustível chega em março de 2009

Moto será fabricada pela brasileira Amazonas Motocicletas Especiais (Foto: Divulgação)
Produto será lançado pela Amazonas Motocicletas Especiais. Economia com combustível chega a 25%, segundo fabricante. O lançamento da primeira motocicleta bicombustível do mundo foi confirmado para março do ano que vem, pela Delphi Automotive Systems do Brasil, que fornece a tecnologia de injeção eletrônica. O protótipo final da máquina - de 300 cc - foi apresentado nesta semana durante o Congresso SAE Brasil de engenharia da mobilidade, em São Paulo. A moto será fabricada pela brasileira Amazonas Motocicletas Especiais (AME).
Segundo a fabricante, a nova motocicleta AME GA, além de permitir escolher entre gasolina, álcool ou ambos, e ter uma menor geração de gases do efeito estufa, trará uma economia de cerca de 25% nos gastos com combustível. Preço e o número de unidades disponibilizadas no mercado ainda não foram divulgados.

De acordo com o presidente da Delphi Do Brasil, Gábor Deák, com a iniciativa da AME, outras quatro empresas já estudam a adesão à tecnologia. “A venda começa por marcas menores, mas em breve as grandes empresas irão adotar a tecnologia”, afirma. Segundo ele, apesar de a moto flex começar no segmento popular, o sistema é bem atrativo ao mercado de luxo. “Sem dúvida a moto flex também será adotada no segmento de luxo”, diz. Sobre o custo da tecnologia, o presidente da Delphi garante que somente pela economia de combustível, o investimento na moto “fica de graça”, ao levar em conta que um motoboy utiliza a motocicleta, em média, 150 km por dia. A fabricação da moto bicombustível será iniciada junto com a inauguração da linha de montagem da empresa — atualmente, a Amazonas desenvolve os projetos no Brasil e os envia para a China, onde os produtos são montados.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Segredo: Novo Volkswagen Polo - Veja Nova Geração que pode chegar em 2009



A próxima geração do Volkswagen Polo será a maior e a melhor de todas as gerações. O novo estilo do Polo, com conjunto de faróis completamente novo, assim como a concepção da linhas e grade frontal, foi influenciado pela próxima sexta geração do Golf (Mk VI).


As informações foram divulgadas em primeira mão, em nível mundial, pelo site Auto Express do Reino Unido.
Maior, melhor construído e com os mais avançados motores da Volkswagen, a nova geração do Polo cresce para competir com os modernos modelos concorrentes que estão chegando como o novo Ford Fiesta e novo Honda FIT.
Diferente da próxima Ford Fiesta, o design do novo Polo é apenas evolutivo, sendo considerado pela montadora alemã como essencial para a manutenção da base de clientes do atual Polo.
A plataforma do atual modelo foi modificada, sendo esticada para ter o comprimento de quatro metros. O espaço interno da nova geração do Polo será maior, assim como a altura do teto que também sobe um pouco, fazendo do carro uma espécie de irmão mais novo do Golf. A qualidade do acabamento interno também será melhorada, com alguns detalhes em plástico e um painel liso com novo desenho, também mais parecido com o novo Golf VI.

A gama de motores é bastante variada para atender todos os mercados em que é vendido. Para começar, a Volkswagen está preparando um novo motor de 1,2 litros de três cilindros que deverá render potência entre 60cv a 70cv. Terá também uma versão de motor de 1.4 litros de quatro cilindros com 85 cv e uma versão 1.2 Super Turbo de 105cv de potência.
Haverá também um bom novo motor TDI de 1,6 litros “comum” que produzirá 75cv, 90cv ou 105cv. Para a Europa, haverá uma versão Bluemotion equipado com um motor TDI de 1,4 litros de 80cv, o qual poderá ser biocombustível para adequar-se aos regulamentos de emissões de poluentes Euro V. Para a versão top de linha, os fãs podem esperar por uma nova denominação GTI que será equipado com um motor ETI 1.4 Turbo de 170 cv de potência. Existe também a informação de um novo motor TDI à gasolina de 135 cv para o modelo.
Para a maioria dos motores a transmissão será manual de seis velocidades, mas, pela primeira vez, a Volkswagen poderá colocar as suas modernas transmissões DSG de dupla embreagem semi-automática no Polo. Os preços não devem sofrer grandes alterações e o início das vendas está previsto para em meados de 2009.


Fonte: Auto Express


Photos: Auto Bild/Huckfeldt/Lehmann


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Velozes e Furiosos 4 - De volta às origens!


Ao assistir o primeiro filme tornei-me fã da "série" Velozes e Furiosos, mas confesso que achei o primeiro filme divertido, especialmente por causa dos carros. Porém, o segundo e o terceiro filmes foram muito fracos, embora os carros também fossem legais. Agora, fica a impressão que a Universal quer resgatar as qualidades e fazer o quarto filme tão bom quanto o primeiro. A primeira ação foi trazer de volta os principais atores do elenco de Velozes e Furiosos 1: Vin Diesel, Paul Walker, Michelle Rodriguez e Jordana Brewster. A segunda, e principal, foi envolver carros bacanas!. No vídeo abaixo vemos mais modelos. Me parece que a história coloca Brian O'Conner (Paul Walker) e Dominic Toretto (Vin Diesel), que acabou de sair da prisão, como aliados para acabar com um traficante de drogas. Se o filme vai ser bom, isso eu não sei. Mas a presença de belas mulheres e carros bacanas deve garantir uma boa bilheteria para o longa metragem.