segunda-feira, 8 de junho de 2009
Utilitário esportivo: segmento que mais cresce
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sábado, 6 de junho de 2009
Honda lança três motos no Brasil
A Honda está lançando simultaneamente três novos modelos no mercado nacional. A scooter Lead 110 chega para enfrentar a Suzuki Burgman AN 125 (R$ 5.990) e Yamaha Neo 115 (R$ 5.543). As duas são líderes de vendas do segmento, nesta ordem. Em 2009, a primeira colocada tem mais de 1.000 unidades comercializadas por mês. No ano passado, a Suzuki comercializou mais de 20 mil scooters, número que vem chamando a atenção da montadora conterrânea.
A motoneta Lead 110 é o modelo mais vendido da Honda mundo afora. Utiliza motor de 108cc dotado de injeção eletrônica e transmissão automática CVT. A potência máxima é de 9,2 cavalos a 7.500 rpm.
Debaixo do banco comporta dois capacetes abertos e tem um compartimento de carga embutido na carenagem frontal. Utiliza roda de 12 polegadas na dianteira e 10 pol na traseira. O preço sugerido é de R$ 6.250. Começará a ser vendida a partir de julho.
STREET SPORT - Os fãs da Twister ficaram sem muitas opções na faixa das 250cc com o fim da produção do modelo, desde que os novos limites de emissão de poluentes entraram em vigor no início de 2009. Em julho chegam as lojas a substituta da esportiva de entrada da Honda, a novíssima CB 300R. A grande novidade está no motor de 300 cilindradas e injeção eletrônica.
Com motor maior que a antecessora, a 300R desenvolve torque de 2,81 kgfm a 6.000 rpm e 26,5 cavalos a 7.500 giros. A nova Honda irá enfrentar as mesmas concorrentes da Twister, a Yamaha Fazer e Kasinski Comet 250R. O preço de fábrica é R$ 11.490.
TRAIL - XRE 300 chega ao mercado com a missão de substituir ao mesmo tempo a XR 250 Tornado e NX4 Falcon. A robusta trail encara tanto o asfalto quanto os pisos de terra e parte de R$ 12.890. Mas os fãs terão que esperar mais dois meses, pois a novidade chegará às lojas em agosto.
Donos da Falcon devem sentir a diferença de potência, pois a NX4 tem motor de 400cc, contra os 300cc da sucessora. A autonomia também foi reduzida de 1,53 litros para 12,4 l. Já os fãs da Tornado terão um upgrade sensível. A XRE 300 é mais equipada, mais pesada (144,5 kg) e mais potente.
Na frente, utiliza roda de 21 polegadas e 18 pol na traseira, ambas de alumínio, calçadas em pneus de uso misto Metzeler Enduro 3. O propulsor desenvolve 26,1 cavalos a 7.500 rpm.
Motor: 291,6cc, DOHC, monocilíndrico, 4 tempos, 4 válvulas, arrefecido a ar
Potência máxima: 26,1 cv a 7.500 rpm
Torque máximo: 2,81 kgf.m a 6.000 rpm
Diâmetro x curso: 79,0 x 59,5 mm
Alimentação: injeção eletrônica de combustível PGM-FI
Relação de compressão: 9,0 : 1
Farol (alto/baixo): 60/55W
Sistema de partida: elétrica
Capacidade do tanque: 12,4 litros (2,3 litros de reserva)
Óleo do motor: 2,0 litros (1,4 litro para troca)
Transmissão: 5 velocidades
Embreagem: multidisco em banho de óleo
Suspensão dianteira: garfo telescópico com 245 mm de curso
Suspensão traseira: pro-link com 225 mm de curso
Freio dianteiro: disco simples de 256 mm de diâmetro e cáliper de duplo pistão
Freio traseiro: disco simples de 220 mm de diâmetro e cáliper de pistão simples
Pneu dianteiro: 90/90 – 21M/C (54S)
Pneu traseiro: 120/80 – 18M/C (62S)
Chassi: berço semiduplo
Altura do assento: 860 mm
Altura mínima do solo: 259 mm
Dimensões (C x L x A): 2.171 x 830 x 1.181 mm
Entre-eixos: 1.417 mm
Peso seco: 144,5 kg
Cores: preta, vermelha e amarela metálica
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sexta-feira, 5 de junho de 2009
Quanto realmente custa a inspeção veicular?
No início deste ano, quando a prefeitura de São Paulo deu início às inspeções ambientais houve quem não gostasse da ideia, apesar do esforço do município em reduzir a poluição do ar paulistano. Um dos motivos de reprovação é o fato de os carros mais novos (a partir de 2003) serem os primeiros da lista, além da taxa a ser paga pelo serviço: R$ 52,89. A prefeitura prometeu devolver o valor caso o carro fosse aprovado de primeira no teste, mas, até o início do ano, não havia deixado claro como faria a devolução. Quem não fizer a inspeção, além de não poder efetuar o licenciamento do veículo, pode ser multado.Para quem está com o carro em ordem e passa sem problemas pela inspeção, o prêmio é a taxa de agendamento devolvida. Mas, para os reprovados, além de perder o valor pago pela inscrição, os custos e o tempo perdido para regular o carro são grandes. Para conferir qual é o ‘custo da fumaça’, o iCarros utilizou um Ford Ecosport 1.6 flex ano 2005 das fotos como modelo.
Calvário
Quem não passar na inspeção veicular recebe um papel indicando que o proprietário do veículo tem 30 dias para reagendar o teste e este é o prazo que ele tem para colocar o carro
Outra peça que pode reprovar o carro é o filtro de ar do motor. Caso esteja em más condições ou entupido, a queima de combustível também não será ideal e é possível que o veículo seja reprovado. No caso do Ecosport, a peça custa R$ 32 e outros R$ 90 de mão-de-obra para efetuar a troca da peça em uma concessionária Ford da capital paulista.
Velas ruins ou em curto influenciam a queima e deixam o motor desregulado. O jogo de velas (com quatro) do Ecosport custa R$ 48 mais os R$ 90 cobrados por meia hora de mão de obra na oficina da montadora. Como as trocas das velas e do filtro de ar do motor são serviços mais simples, a concessionária diz que pode trocar as duas peças cobrando apenas uma mão-de-obra, caso as substituições sejam feitas em conjunto.
Ao contrário dos carros que utilizam carburadores, os modelos com injeção eletrônica dificilmente ficam com a marcha lenta desregulada. Se isso acontecer, há algo errado com o motor e o problema pode ser desde o combustível ruim a uma falha em algum dos sensores da injeção eletrônica. A diagnose do defeito demanda meia hora de mão-de-obra na concessionária Ford, ou seja, mais R$ 90 apenas para descobrir qual o problema.
Um fator decisivo na reprovação de um carro na inspeção é o catalisador. A peça reage quimicamente nos gases que saem do motor, reduzindo as emissões de poluentes. Se estiver com defeito, desgastado pelo uso ou por combustível ruim, a peça perde eficiência e aumenta os níveis de poluição emitidos pelo veículo.
Se, até agora, as peças não passaram dos R$ 100 é melhor pegar uma cadeira. Um conversor catalítico original para nosso Ecosport 1.6 flex custa a bagatela de R$ 947 e mais R$ 180 pela mão-de-obra. Além disso, o catalisador é uma peça dificilmente encontrada nos estoques das lojas e precisa ser encomendada. O mais alarmante é que o preço alto estimula a compra de peças ‘genéricas’ ou, pior ainda, escapamentos sem o catalisador. Em ambos os casos, a substituição não ajuda em nada na hora da inspeção.
Outro ponto que os proprietários devem ficar atentos é ao agendamento para o conserto. Algumas oficinas pedem que a visita seja marcada com antecedência e o carro fica parado um dia para diagnose. Para trocar as peças é preciso fazer mais outro agendamento. O ideal é não deixar para o final dos 30 dias de prazo para regulamentar o carro, pois ele pode ficar preso na oficina.
Passo a passo
Após ter pago a taxa pelo teste, o proprietário agenda a inspeção em uma das cinco unidades da Controlar, empresa responsável pelo teste. A data para o agendamento varia de acordo com a placa do veículo:
Final da placa | Início do agendamento | Início da inspeção | Término da inspeção
1 | 5 de janeiro | 1 de fevereiro | 30 de abril
2 | 1 de fevereiro | 3 de março | 31 de maio
3 | 1 de março | 2 de abril | 30 de junho
4 | 1 de abril | 3 de maio | 31 de julho
5 | 1 de maio | 3 de junho | 31 de agosto
6 | 1 de maio | 3 de junho | 31 de agosto
7 | 1 de junho | 3 de julho | 30 de setembro
8 | 1 de julho | 3 de agosto | 31 de outubro
9 | 1 de agosto | 2 de setembro | 30 de novembro
0 | 1 de setembro | 3 de outubro | 31 de dezembro
Como funciona?
Os pontos de inspeção da Controlar estão espalhados pela cidade, sendo duas na zona oeste de São Paulo, dois na zona leste e um na zona sul. No caso do Ecosport, o carro foi levado ao centro de inspeção da Barra Funda, na Zona Oeste. Por lá, o atendimento foi rápido e não havia fila de espera. Antes de entrar na baia de inspeção, um funcionário da Controlar aborda o motorista e, se necessário explica todo o processo e tira dúvidas sobre o teste. Após isso, o motorista entrega o carro ao funcionário.
Já na baia, um técnico verifica os níveis de água e óleo do motor, além de vazamentos e barulhos. Depois, com o auxílio de um espelho, checa o sistema de escape por baixo do carro em busca de alterações. Depois da verificação visual, o técnico acopla um sensor na ponta do escapamento e mede os níveis de óxidos de carbono, diluição dos poluentes e emissão de hidrocarbonetos. Os números variam de acordo com as especificações de cada carro.
Todo o processo não levou mais de cinco minutos e na saída outro funcionário aborda o motorista novamente e pergunta se restou alguma dúvida. Para testar os conhecimentos, perguntamos sobre a devolução da taxa de inspeção e sobre o teste para motocicletas. O funcionário respondeu a ambas corretamente.
Consciência
A inspeção veicular ambiental não serve apenas de empecilho ao licenciamento. É o primeiro passo para a criação de uma cultura de manutenção dos carros e para a conscientização ambiental. Para isso, não basta apenas passar no teste. Andar de forma mais racional ajuda a diminuir a poluição e economiza combustível, ajudando o bolso e o poluído ar paulistano.
Serviço
Contato: www.controlar.com.br (agendamento e emissão de boleto para pagamento da taxa) ou (11) 3545 6868
Inscrição para a devolução da taxa, caso o carro passe de primeira no teste: http://www.devolucaoinspecao.prefeitura.sp.gov.br/
Guia da Inspeção Veicular elaborado pela prefeitura de São Paulo: http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/noticias/index.php?p=28031
Endereços dos postos de atendimento da Controlar
- Centro de Inspeção Jaguaré: av. Engenheiro Billings, 2100 - zona oeste
- Centro de Inspeção Pq. São Jorge: av. Condessa Elizabeth de Robiano, 1.822 - zona leste
- Centro de Inspeção Anchieta: rua Francisco Bautista, 163 (altura do km 12 da Via Anchieta) - zona sul
- Centro de Inspeção Barra Funda: rua Gustav Willi Borghoff, 450 - zona oeste
- Centro de Inspeção São Miguel: rua Cembira, 422 - zona leste
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Área Verde
Os modelos mais e menos verdes
Os melhores e piores carros para o meio-ambiente
O Greener Cars, organização sem fins lucrativos que faz parte do American Council for an Energy Efficient Economy (conselho americano para uma economia eficiente de energia), sediado em Washington (EUA), listou os 12 carros mais e menos verdes de 2008. A entidade tem como missão divulgar e estudar formas de proteger o meio ambiente.
Mais verdes
- Honda Civic GX 1.8
- Toyota Prius 1.5
- Honda Civic Hybrid 1.3
- Smart Fortwo Convertible / Coupe 1.0
- Toyota Yaris 1.5
- Nissan Altima Hybrid 2.5
- Toyota Corolla 1.8
- Mini Cooper / Clubman 1.6
- Ford Focus 2.0
- Toyota Camry Hybrid 2.4
- Honda Civic 1.8
- Honda Fit 1.5
Menos verdes
- Volkswagen Touareg 5.0
- Bugatti Veyron 8.0
- Mercedes-Benz Gl320 CDI 3.0
- Jeep Grand Cherokee 3.0
- Mercedes-Benz R320 CDI 3.0
- Lamborghini Murcielago/ Murcielago Roadster 6.5
- Mercedes-Benz Ml320 CDI 3.0
- Mercedes-Benz G55 AMG 5.4
- Hummer H2 6.0
- GMC Yukon 2500 6.0
- Bentley Azure 6.7
- Bentley Arnage 6.7
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