No ano passado, um dos maiores clássicos nacionais, o VW SP2, comemorou seus 35 anos, como se pode ver na matéria que publicamos a respeito. Apesar de suas belas linhas, o veículo tinha pouca potência e acabou não conseguindo entregar a performance que sua aparência prometia. Passados tantos anos, e considerando a quantidade de modelos antigos que vem ganhando releituras modernas, como Fiat 500, VW New Beetle, Ford Mustang, Dodge Challenger e outros, como seria um SP2 moderno? Longe de ter de ficar só na imaginação, você agora pode visualizar o bicho graças ao trabalho do designer Marcelo Rosa, do Paraná.“Sou fanático por carros e me formei em Design na Universidade Federal do Paraná, me especializando em Design Automobilístico na FUMEC-MG. Sempre achei interessante a idéia de recriar carros que fizeram sucesso no passado, é como se fosse possível reviver uma época ou um tempo que não volta mais. Ultimamente temos visto a indústria automobilística apostar bastante nessa idéia. Então, porque não propor o redesign de um ícone nacional? Assim surgiu a idéia”, disse Rosa ao WebMotors.Diante do resultado, a pergunta que todos querem fazer, se esse modelo teria chances de ser fabricado oficialmente, tem uma resposta triste. “O projeto, a princípio não tem pretensões comerciais, mas fica como proposta. Com a indústria automobilística nacional em alta e com a grande importância mundial que vem conquistando, seria normal pensar num projeto 100% nacional e para o mercado mundial.”Isso não impede Rosa de continuar desenvolvendo a idéia. “Inicialmente, o carro se limita ao design exterior, mas numa segunda fase do projeto será desenvolvido o interior também. O design do carro segue as características da versão original, frente comprida e baixa, motor traseiro e detalhes como o formato dos faróis e lanternas semelhantes aos do SP2 dos velhos tempos, além de faixas refletivas nas laterais, ligando lanterna traseira ao farol dianteiro, pisca separado do conjunto ótico dianteiro, lanterna de ré única no lado esquerdo inferior, entrada de ar na altura dos vidros e até mesmo o formato dos vidros laterais terminando na mesma linha onde começa o vidro traseiro. São detalhes pequenos, mas importantes para criar essa sensação de que já vimos esse carro antes.”Como não é um projeto que vise a produção comercial, não há medidas, mas idéias básicas sobre o veículo. “As medidas foram alteradas, mas as proporções, pelo menos comprimento/altura, foram praticamente mantidas. O que foi bastante modificada é a largura do carro, para ficar mais próxima da dos modelos esportivos atuais. O Novo SP2 ficou mais largo. Com rodas de aro 18” na dianteira e 19” na traseira, o porte do modelo se aproxima do de um Porsche Boxster.”E se o carro pudesse mesmo existir? Manteria o triste apelido de “Sem Potência”? Não se Rosa pudesse influenciar. “Com relação à motorização a VW já tem hoje uma série de motores fabricados fora do país de última geração e com grande potência. Uma nova plataforma também seria necessária, até pelo fato de a Volkswagen não produzir hoje no Brasil carros com motor traseiro. Mas nada impediria de se desenvolver o modelo sobre uma plataforma já existente, com motor dianteiro. Talvez ele perderia um pouco da identidade, mas nós não perderíamos o prazer de ver um SP-2 2012 rodando pelas ruas do Brasil”, arremata Rosa. Quem sabe alguém resolve colocá-lo em produção, ainda que artesanal? Fica a torcida.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Como seria o VW SP2 atualmente? Marcelo Rosa responde
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terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Em Breve, na sua oficina
Effa M100 mostra a realidade
Carro mais barato do Brasil passou pela avaliação dos reparadores e mostrou que ainda precisa ter muitos
Muito já foi dito sobre os carros chineses, mas você saberia como agir se um deles chegasse à sua oficina? Não se trata de um "exercício de previsão do futuro", já que os modelos das fabricantes do país asiático são uma realidade em nosso mercado e estarão, em breve, na sua empresa.
Para desvendar os mistérios desses automóveis, levamos o novo Effa M100 à Engin Engenharia Automotiva, reparadora pertencente ao engenheiro Paulo Aguair, para checar junto a uma equipe de consultores a qualidade de construção do compacto e revelar aos profissionais do or os principais segredos de sua manutenção.
A unidade avaliada, como todas as importadas até agora, é equipada com ar-condicionado, faróis de neblina, rádio com CD player, trava elétrica em todas as portas e vidros elétricos nas portas dianteiras, entre outros. Veja a seguir quais são as qualidades e os pontos fracos do compacto chinês em nosso inédito raio-x.
Muito já foi dito sobre os carros chineses, mas você saberia como agir se um deles chegasse à sua oficina? Não se trata de um "exercício de previsão do futuro", já que os modelos das fabricantes do país asiático são uma realidade em nosso mercado e estarão, em breve, na sua empresa.
Para desvendar os mistérios desses automóveis, levamos o novo Effa M100 à Engin Engenharia Automotiva, reparadora pertencente ao engenheiro Paulo Aguair, para checar junto a uma equipe de consultores a qualidade de construção do compacto e revelar aos profissionais do or os principais segredos de sua manutenção.
A unidade avaliada, como todas as importadas até agora, é equipada com ar-condicionado, faróis de neblina, rádio com CD player, trava elétrica em todas as portas e vidros elétricos nas portas dianteiras, entre outros. Veja a seguir quais são as qualidades e os pontos fracos do compacto chinês em nosso inédito raio-x.

O sistema de captação de ar do M100 difere dos demais veículos, pois antes de ser filtrado, o ar passa pelo coletor de admissão
Motor
O M100 usa um pequeno propulsor 1.0 de 47 cv com corpo de borboleta a cabo, atuador da marcha lenta (motor de passo) e sensor de posição da borboleta. Estas duas últimas são desenvolvidas pela Bosch, assim como a bobina e o sensor Map.
Uma novidade neste veículo está no coletor de admissão: em seu interior, a peça contém uma tubulação que encaminha o ar externo para o filtro de ar e o ar filtrado novamente para o coletor, ou seja, a entrada do coletor é dividida em dois tubos, um que leva o ar para o filtro e outro que o recebe filtrado.
O motor do M100 utiliza sistema de ignição por distribuidor e uma bobina. Na hora de revisar o modelo, vale uma importante dica: o reparador deve ficar atento com o cabo de aceleração. Caso ele esteja posicionado incorretamente, pode ficar em atrito com o distribuidor e, conseqüentemente, se danificar.
Apesar do pouco espaço destinado à correia dentada, não há maiores dificuldades para trocá-la. Na maioria dos veículos, o sistema de retorno de combustível para o tanque é realizado no filtro, mas, no M100, a volta da gasolina é feita na flauta (tubulação das válvulas injetoras). Para trocar o filtro de óleo, basta remover a peça, localizada ao lado do cárter.
O sistema de suporte do motor é semelhante ao do antigo Fiat 147, com uma travessa no sentido longitudinal e dois coxins nas extremidades para apoiar o bloco do M100. Mas, nesse ponto, há um inconveniente, já que o reparador poderá ter dificuldades na hora da troca dos coxins. No câmbio, existem dois coxins inferiores cuja substituição será bem mais fácil.
O M100 usa um pequeno propulsor 1.0 de 47 cv com corpo de borboleta a cabo, atuador da marcha lenta (motor de passo) e sensor de posição da borboleta. Estas duas últimas são desenvolvidas pela Bosch, assim como a bobina e o sensor Map.
Uma novidade neste veículo está no coletor de admissão: em seu interior, a peça contém uma tubulação que encaminha o ar externo para o filtro de ar e o ar filtrado novamente para o coletor, ou seja, a entrada do coletor é dividida em dois tubos, um que leva o ar para o filtro e outro que o recebe filtrado.
O motor do M100 utiliza sistema de ignição por distribuidor e uma bobina. Na hora de revisar o modelo, vale uma importante dica: o reparador deve ficar atento com o cabo de aceleração. Caso ele esteja posicionado incorretamente, pode ficar em atrito com o distribuidor e, conseqüentemente, se danificar.
Apesar do pouco espaço destinado à correia dentada, não há maiores dificuldades para trocá-la. Na maioria dos veículos, o sistema de retorno de combustível para o tanque é realizado no filtro, mas, no M100, a volta da gasolina é feita na flauta (tubulação das válvulas injetoras). Para trocar o filtro de óleo, basta remover a peça, localizada ao lado do cárter.
O sistema de suporte do motor é semelhante ao do antigo Fiat 147, com uma travessa no sentido longitudinal e dois coxins nas extremidades para apoiar o bloco do M100. Mas, nesse ponto, há um inconveniente, já que o reparador poderá ter dificuldades na hora da troca dos coxins. No câmbio, existem dois coxins inferiores cuja substituição será bem mais fácil.
O modelo utiliza sistema de ignição antigo, com distribuidor comandado mecanicamente, por um eixo posicionado no cabeçote
Câmbio
Para engatar ou trocar de marchas, o condutor terá dificuldade, pois o movimento da alavanca de marchas é duro. O mecânico não terá problemas para substituir embreagem, pois o cambio está bem posicionado, o que proporciona facilidades em caso de manutenção. O sistema de acionamento é a cabo e conta com um contrapeso para o acionamento do garfo.
Para engatar ou trocar de marchas, o condutor terá dificuldade, pois o movimento da alavanca de marchas é duro. O mecânico não terá problemas para substituir embreagem, pois o cambio está bem posicionado, o que proporciona facilidades em caso de manutenção. O sistema de acionamento é a cabo e conta com um contrapeso para o acionamento do garfo.
Uma tampa de ferro protege a correia sincronizada
Suspensão e direção
No M100, as extremidades da barra estabilizadora estão fixadas ao braço oscilante da suspensão. O sistema é simples e prático tanto na montagem quanto na desmontagem. No teste, o veículo demonstrou ser instável, às vezes puxando para a direita e outras para a esquerda, além de gerar um ruído que parece estar localizado no interior da caixa de direção.
No M100, as extremidades da barra estabilizadora estão fixadas ao braço oscilante da suspensão. O sistema é simples e prático tanto na montagem quanto na desmontagem. No teste, o veículo demonstrou ser instável, às vezes puxando para a direita e outras para a esquerda, além de gerar um ruído que parece estar localizado no interior da caixa de direção.

O reparador deve ficar atento, pois a bateria requer água destilada
Freio
O sistema dianteiro é composto por discos e pinças flutuantes. Já a traseira contém tambores e lonas de freio, além de uma válvula equalizadora responsável por distribuir o fluído de acordo com a carga.
O sistema dianteiro é composto por discos e pinças flutuantes. Já a traseira contém tambores e lonas de freio, além de uma válvula equalizadora responsável por distribuir o fluído de acordo com a carga.
O motor visto por baixo, possui travessa semelhante aos Fiat 147
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Strada Cabine dupla - Carga mista
Mostramos a versão definitiva da picape Fiat Strada cabine dupla. Modelo será lançado no primeiro semestre de 2009 nas versões Adventure Locker e Working.A picape Strada cabine dupla será apresentada entre fevereiro e março, porém, o Estado de Minas e o Portal Vrum antecipam o modelo, que será exatamente este da foto acima. O desenvolvimento da picape foi noticiado com exclusividade pela reportagem do caderno Veículos do jornal Estado de Minas em junho, e, mesmo depois de alguns protótipos fotografados, o fabricante ainda insiste em desmentir o fato. A direção da empresa chegou a dizer que os protótipos em testes não passavam de mula para enganar a imprensa. O projeto é chamado internamente de X4 e, é resposta da Fiat às futuras picapes Volkswagen Saveiro e Peugeot 207, que terão a cabine estendida, versão já existente na linha Strada.
Será a primeira picape compacta a sair de fábrica com capacidade para cinco ocupantes, mas terá apenas duas portas. O banco traseiro será inteiriço e terá cinto de segurança e apoios de cabeça para os três ocupantes. Os bancos da frente serão do Palio de duas portas para facilitar o acesso à parte de trás. Entretanto, o espaço para acomodação dos ocupantes de trás será menor do que os modelos da linha Palio. A picape será comercializada nas versões Adventure Locker e Working.Ela terá a opção de teto solar, o mesmo já usado atualmente na linha e será posicionado entre os bancos dianteiro e traseiro. O estepe ficará na caçamba, que teve sua capacidade de carga reduzida por conta do aumento do habitáculo para a colocação do banco traseiro. Por fora, a mudança só é percebida porque o vidro lateral está maior e lembra o do Palio de duas portas. A Fiat tem pressa em lançar a novidade e acelerou o ritmo dos testes, sendo que algumas unidades do modelo já seguiram para a matriz italiana.O que você achou da Strada cabine dupla? Clique aqui e comente!MotoresCom a aquisição da fábrica de motores Tritec, a Fiat não precisará usar os propulsores 1.8 da Powertrain. Já estão em testes em modelos da linha Palio os novos motores 1.6 16V, que chamam a atenção pelo funcionamento silencioso, sendo menos ruidosos até mesmo que o Fire 1.0. São a gasolina, mas até o seu lançamento já terão a tecnologia flex disponível. Outra novidade será a adoção do câmbio Dualogic nos modelos Idea, Siena e Palio Weekend e o lançamento dos modelos será ao longo do ano de 2009, que promete ser tão agitado com as novidades como já ocorreu esse ano.MultiusoO Doblò reestilizado será lançado no segundo semestre de 2009. As alterações visam a deixá-lo com o visual igual ao modelo europeu, atualizado em 2005. O modelo já foi flagrado em testes pela nossa equipe em junho. A versão aventureira terá novos adereços no estilo da linha Adventure do Palio, porém, os faróis de neblina e milha serão alinhados na horizontal. Além das mudanças visuais, o modelo terá opção do motor 1.4 Fire (atualmente o modelo é comercializado somente com a motorização 1.8).Face Lift IdeaO monovolume passará por sua primeira reestilização no primeiro semestre de 2010. O projeto toma força no ano que vem com a montagem dos primeiros protótipos para os testes iniciais. O Idea, lançado no país em 2005, terá como modificações principais a dianteira e a traseira. É certo também que já venha com os novos motores Tritec, abandonando o powertrain 1.8 e o motor 1.4 Fire com mais potência. No momento, enquanto os protótipos ganham forma, a engenharia de Betim realiza testes com os concorrentes diretos do Idea, sendo que são vistos diariamente rodando com o Chevrolet Meriva e o Honda Fit.BravoA versão nacional do hatch médio também segue em desenvolvimento pela engenharia italiana, e os protótipos montados em Betim tomam as estradas de Minas todos os dias para os testes de rodagem. A chegada do modelo é prevista para o fim de 2009 como linha 2010.
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CONHEÇA AS PRINCIPAIS CAUSAS DA DISTORÇÃO HARMÔNICA NO SOM AUTOMOTIVO
Veja quais são as principais razões do problema e aprenda a evitá-los
Um dos assuntos mais importantes relacionados ao trio elétrico é a distorção harmônica. Neste artigo, vamos saber quais são as principais causas deste problema.
Nos campeonatos e eventos ligados ao som automotivo, é comum encontrarmos instaladores que julgam saber, apenas de ouvido, quando um sistema de áudio está reproduzindo som com distorção. Na realidade, isso é muito difícil de acontecer, pois quando o ouvido humano de uma pessoa comum ouve um som distorcido, este som já estava distorcendo o sinal de áudio a muitos passos do volume atrás.
Em ambientes abertos, onde há varios sistemas de áudio funcionando a grande amplitude, detectar o momento em que um dos sistemas está reproduzindo sinal de áudio distorcido, apenas no ouvido, é uma missão quase impossível. Mas o que é distorção harmônica?
Um dos assuntos mais importantes relacionados ao trio elétrico é a distorção harmônica. Neste artigo, vamos saber quais são as principais causas deste problema.
Nos campeonatos e eventos ligados ao som automotivo, é comum encontrarmos instaladores que julgam saber, apenas de ouvido, quando um sistema de áudio está reproduzindo som com distorção. Na realidade, isso é muito difícil de acontecer, pois quando o ouvido humano de uma pessoa comum ouve um som distorcido, este som já estava distorcendo o sinal de áudio a muitos passos do volume atrás.
Em ambientes abertos, onde há varios sistemas de áudio funcionando a grande amplitude, detectar o momento em que um dos sistemas está reproduzindo sinal de áudio distorcido, apenas no ouvido, é uma missão quase impossível. Mas o que é distorção harmônica?
Distorção Harmônica
Quando observamos um sinal de áudio sem distorção, vemos que este é uma sinóide, isto é, um sinal completamente arredondado.No sinal distorcido ele se apresenta achatado, enquanto que no sinal sem distorção ele é todo arredondado.
Este achatamento do sinal de áudio, no sinal distorcido, também é chamado de “enquadramento”. Muitas pessoas utilizam o termo “enquadrou a onda” para dizer que o sinal de áudio distorceu.Mas o que causa este achatamento no sinal de áudio?
Quando observamos um sinal de áudio sem distorção, vemos que este é uma sinóide, isto é, um sinal completamente arredondado.No sinal distorcido ele se apresenta achatado, enquanto que no sinal sem distorção ele é todo arredondado.
Este achatamento do sinal de áudio, no sinal distorcido, também é chamado de “enquadramento”. Muitas pessoas utilizam o termo “enquadrou a onda” para dizer que o sinal de áudio distorceu.Mas o que causa este achatamento no sinal de áudio?
Principais causas
Podemos dizer que há várias fontes para este problema. Porém, e infelizmente, o principal causador de distorção em um sistema de áudio é o mau uso do sistema.Claro que há muitos outros fatores que podem levar o sistema a reproduzir áudio com distorção. Então podemos catalogar os principais fatores:
Excesso no uso do volume do CD/DVD player
Podemos dizer que há várias fontes para este problema. Porém, e infelizmente, o principal causador de distorção em um sistema de áudio é o mau uso do sistema.Claro que há muitos outros fatores que podem levar o sistema a reproduzir áudio com distorção. Então podemos catalogar os principais fatores:
Excesso no uso do volume do CD/DVD player
Este é um caso interessante, mas pouca gente sabe que nunca, em um sistema de áudio, pode-se utilizar o ajuste de volume no máximo. Sugerimos que o maior nível que se deva colocar 75% da graduação do controle. Isto é, se o volume vai de 0 a 62, podemos colocar este ajuste no máximo no nível 47, pois, dali em diante, não se estará utilizando a melhor parte do pré-amplificador do CD/DVD player, o que diminui a qualidade sonora do sistema.
Excesso nos ajustes de áudio do CD/DVD player
Outros excessos cometidos com grande facilidade, por usuários de trios elétricos, estão nos ajustes das frequências nos CD/DVD players, isto é, nos ajustes de graves (bass), médios (mid) e agudos (treble). Isto sem contar com o ajuste de equalizadores que alguns CD/DVD players possuem. Uma dica boa aqui é nunca ultrapassar a barreira do +3db. Para baixo não há problema, mas para cima a possibilidade de problemas com o sinal de áudio é muito grande.
Utilização da saída SUB do CD/DVD player em trios elétricos.
Outros excessos cometidos com grande facilidade, por usuários de trios elétricos, estão nos ajustes das frequências nos CD/DVD players, isto é, nos ajustes de graves (bass), médios (mid) e agudos (treble). Isto sem contar com o ajuste de equalizadores que alguns CD/DVD players possuem. Uma dica boa aqui é nunca ultrapassar a barreira do +3db. Para baixo não há problema, mas para cima a possibilidade de problemas com o sinal de áudio é muito grande.
Utilização da saída SUB do CD/DVD player em trios elétricos.
Quando analisamos as frequências que um trio elétrico reproduz com maior rendimento, vemos que as frequências acima de 60 Hz são as que mais se destacam. Assim, a utilização da saída SUB (com a função de filtro low-pass ativada), está completamente fora de uso em um sistema de trio. O uso desta saída para amplificadores que vão alimentar woofers ou subwoofer em trios pode danificar facilmente os alto-falantes, pois em ambientes abertos frequências tão baixas não possuem rendimento. Desta forma, o usuário tende obter um resultado satisfatório de seus alto-falantes. Porém, como grande parte das frequências que tem um bom rendimento em ambiente aberto foi filtrada (retirada) pela saída SUB do CD/DVD player, os alto-falantes não terão o rendimento esperado pelo usuário, que elevará cada vez mais a intensidade do volume até a saturação da entrada do amplificador ou até a saturação da própria saída RCA SUB do CD/DVD player.
Excesso nos ajustes de áudio em crossovers ativos
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É muito comum o uso de crossover ativo (divisor de frequências ativo) em sistema de trio.Porém os ajustes neste equipamento são de suma importância para o bom funcionamento do sistema. Além da escolha da frequência de corte em cada via, pode-se ajustar a intensidade de saída do sinal de áudio, por meio de um ganho. o Ajuste deste ganho deve ser feito com muito cuidado, para que não se sature nem a entrada do amplificador ligado a ele e nem a própria saída da via do crossover. Seguindo a dica já mencionada, nunca ultrapasse a barreira do +3dB.
É muito comum o uso de crossover ativo (divisor de frequências ativo) em sistema de trio.Porém os ajustes neste equipamento são de suma importância para o bom funcionamento do sistema. Além da escolha da frequência de corte em cada via, pode-se ajustar a intensidade de saída do sinal de áudio, por meio de um ganho. o Ajuste deste ganho deve ser feito com muito cuidado, para que não se sature nem a entrada do amplificador ligado a ele e nem a própria saída da via do crossover. Seguindo a dica já mencionada, nunca ultrapasse a barreira do +3dB.
Excesso no ajuste do nível de ganho dos amplificadores
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Nos amplificadores de maior qualidade, o ajuste de ganho não altera a potência final do amplificador. Isto é, com os CD/DVD players que temos no mercado hoje, com o nível de ganho no mínimo ou no máximo, a potência final do amplificador será a mesma. Porém, será atingida em nível de volume diferente. Dica importante, quanto mais baixo deixarmos os ajustes de ganho, aproveitaremos melhor a graduação de volume do CD/DVD player, assim teremos mais qualidade sonora no sistema e a possibilidade de distorção no sistema diminuirá, pois teremos uma grande graduação do volume para utilizar.
Nos amplificadores de maior qualidade, o ajuste de ganho não altera a potência final do amplificador. Isto é, com os CD/DVD players que temos no mercado hoje, com o nível de ganho no mínimo ou no máximo, a potência final do amplificador será a mesma. Porém, será atingida em nível de volume diferente. Dica importante, quanto mais baixo deixarmos os ajustes de ganho, aproveitaremos melhor a graduação de volume do CD/DVD player, assim teremos mais qualidade sonora no sistema e a possibilidade de distorção no sistema diminuirá, pois teremos uma grande graduação do volume para utilizar.
Falta de corrente elétrica na alimentação dos amplificadores
Esta causa decorre do grande preconceito que o brasileiro tem em não achar necessário colocar mais baterias no sistema de áudio.
Mas, como a potência está diretamente relacionada á quantidade de corrente elétrica disponível, quanto mais potência tivermos no sistema mais baterias devemos ter. A falta de bateria (corrente elétrica) leva á diminuição da tensão de alimentação, que por sua vez leva á diminuição da tensão interna de funcionamento do amplificador, que inevitavelmente levará qualquer amplificador automotivo, não importando marca, modelo ou até tipo, a ter distorção na saída. Dica importante: monitore sempre a tensão das baterias durante o funcionamento do sistema com multímetros de leitura rápida (multímetro digital com função MAX/MIN) na função MIN (mínimo).
Esta causa decorre do grande preconceito que o brasileiro tem em não achar necessário colocar mais baterias no sistema de áudio.
Mas, como a potência está diretamente relacionada á quantidade de corrente elétrica disponível, quanto mais potência tivermos no sistema mais baterias devemos ter. A falta de bateria (corrente elétrica) leva á diminuição da tensão de alimentação, que por sua vez leva á diminuição da tensão interna de funcionamento do amplificador, que inevitavelmente levará qualquer amplificador automotivo, não importando marca, modelo ou até tipo, a ter distorção na saída. Dica importante: monitore sempre a tensão das baterias durante o funcionamento do sistema com multímetros de leitura rápida (multímetro digital com função MAX/MIN) na função MIN (mínimo).
Qualidade da gravação do arquivo MP3
Compre aqui CD/MP3/WMA players com preço de fábrica em nossa loja!
Este é um item novo com que se preocupar. Com o advento do MP3, o CD comum está ficando obsoleto. Mas, com o objetivo de colocar mais músicas num CD-R, muitos gravam os arquivos MP3 com resolução muito baixa, o que leva á compreensão dinânica da música e em perda considerável da qualidade sonora e algumas vezes em um sinal, mesmo em volumes baixos, com distorção. Assim, uma dica importante na hora de converter CD´s de áudio em arquivos MP3: utilize resoluções acima de 128k, assim você garantirá uma qualidade sonora maior e uma menor possibilidade de se ter distorção já no CD/DVD player.
Conclusão. Como vimos nesse artigo, a distorção harmônica, ao contrário do que muitos pensam, não é causada nos amplificadores, mas sim em outros pontos. Como o amplificador é a última peça eletrônica na escola do sistema de áudio, ele acaba por levar a culpa injustamente. Os ajustes e a alimentação do sistema de áudio são os grandes vilões no aparecimento da distorção harmônica no sistema.
Este é um item novo com que se preocupar. Com o advento do MP3, o CD comum está ficando obsoleto. Mas, com o objetivo de colocar mais músicas num CD-R, muitos gravam os arquivos MP3 com resolução muito baixa, o que leva á compreensão dinânica da música e em perda considerável da qualidade sonora e algumas vezes em um sinal, mesmo em volumes baixos, com distorção. Assim, uma dica importante na hora de converter CD´s de áudio em arquivos MP3: utilize resoluções acima de 128k, assim você garantirá uma qualidade sonora maior e uma menor possibilidade de se ter distorção já no CD/DVD player.
Conclusão. Como vimos nesse artigo, a distorção harmônica, ao contrário do que muitos pensam, não é causada nos amplificadores, mas sim em outros pontos. Como o amplificador é a última peça eletrônica na escola do sistema de áudio, ele acaba por levar a culpa injustamente. Os ajustes e a alimentação do sistema de áudio são os grandes vilões no aparecimento da distorção harmônica no sistema.
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